Como encontrar um vampiro – pt2

A década de 60 foi uma década onde curti a não-vida “adoidada”, mesmo que em certos momentos eu tenha passado por noites muito tensas. Mas, foi mais ou menos nessa época que conheci Eleonor que por muitas vezes falou sobre “Dom Ferdinand” que segundo ela, era um verdadeiro gentlemam. Além disso, Eleonor se tornou uma grande amiga, com quem pude contar durante anos. Mas, as coisas estavam difíceis para mim em certa época onde eu não podia confiar em ninguém e, por isso precisei sumir por um bom tempo.

Porém, Eleonor falava tanto do Sr. Di Vittore que minha curiosidade por conhecê-lo era imensa, além disso, quando soube que ele estava por perto, eu sabia que ele poderia ajudar-me diante da minha situação. Fiquei incrivelmente surpresa por ele ter aceitado conversar comigo quando entrei em contato inicialmente, e ter a amizade e referência da Eleonor contou muitos pontos para que isso fosse possivel.

Quando recebi a ligação de Ferdinand, marcamos em um lugar próximo ao hotel em que eu estava. Arrumei-me, e caminhando apenas algumas quadras pude ver sua Harley estacionada. Ele era ainda mais alto que Sr. Erner e eu me senti ainda menor embora não seja  tão baixinha. Vestia uma jaqueta de couro e um tênis surrado. Estava escorado na moto olhando algo no celular.

Então, eis que meu celular toca. E automaticamente ele olha em minha direção e percebe que eu estava ali há algum tempo o observando e pensando se deveria ou não me aproximar.  Envergonhada, cumprimentei-o e falei:

-Não basta já poder sentir minha presença?

-Muito prazer em conhecê-la também. És ainda mais baixinha do que eu imaginava!

Naquele instante percebi seu “elevado” senso de humor, “nem sou tão baixinha assim” pensei e como se nos conhecêssemos há anos conversarmos durante longas horas em um café que havia por perto.

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20 Resultados

    • (w) Cláudia Rizzi de Fiore disse:

      Converse já foi um dos meus favoritos por uns bons anos, … e a jaqueta de couro nunca perde o estilo, sempre torna elegante =)

      • Ah isso é verdade! A jaqueta de couro desde os anos 50 nunca mais deixou de ser um elemento de estilo. E os tênis da Converse sempre!! Quanto mais surrado melhor 😀

  1. fhal disse:

    Hi desculpe a pergunta e nao sendo curiosa, mas na decada de 60 nao havia celulares, vc conheceu o Fer nessa decada ou nos anos 90 onde o celular estava nas maos de qualquer um. Pelo que eu saiba os primeiros celulares eram monstros pesasdos que a gente tinha que carregar uma bateria junto e ele tinha o tamanho de um radio militar de longa distancia. Sorry sou da decada de 70 e trabalhei muito com isso ou seja com essa tecnologia. Bitte nicht böse werden aber ich glaube du hast dich vertan.

  2. fhal disse:

    Sorry Rebecca nao tinha lido ainda o primeiro Post, esquece o que falei.

    • Rsrsrs tudo bem Fhal!! Eu conheci Eleonor nos anos 60. O Ferdinand tive a oportunidade de conhecer a poucos meses quando consegui entrar em contato com ele 😀 Abraços!

  3. Lella Moraiss disse:

    Cara… Ontem de noite eu vi parar no sinal uma Harley… O cara tava de jaqueta de couro… Só me lembrei do Príncipe e desse post !!! Hahaha…

  4. Ana disse:

    Você é baixinha? Tipo 1,50m ? (eu meço isto e tenho orgulho, +/- )

  5. Lella Moraiss disse:

    Já eu, tenho 1,73…. Não sei de considero isso como charme, ser mulher alta…

    • O charme e a beleza existe de diversas formas… Ah como eu queria não precisar usar salto sempre quando vou sair a noite 😛

      • (w) Cláudia Rizzi de Fiore disse:

        Com os vários anos usando converse mesmo rasgadinho, confesso que nem sei se ficaria de pé em um scarpin bico fino clássico hahahahaha 🙂

  6. Hahahah já estava demorando para que o papo virasse moda. Pois bem, não mudei muito meu estilo ao longo dos anos. jeans, camiseta e couro… Para que mais? rs

  7. Lella Moraiss disse:

    Só uso coturno, converse e tênis da Kolosh kkkkkk só uso salto quando vou sair também pra essas baladinhas enjoadas…