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	<title>Wampir</title>
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	<description>Os vampiros existem!</description>
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		<title>Turno da noite parte 1</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noite a Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá meus queridos, Ontem foi lançado o primeiro vídeo baseado na trilogia: Turno da Noite do André Vianco. Para quem não o conhece, ele é um escritor brasileiro de mão cheia e que se dedica principalmente ao gênero &#8221;vampiros&#8221;. Eu já tive o prazer de ler alguns de seus livros e certamente recomendo. Sinceramente eu até pensei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá meus queridos,</p>
<p>Ontem foi lançado o primeiro vídeo baseado na trilogia: Turno da Noite do André Vianco. Para quem não o conhece, ele é um escritor brasileiro de mão cheia e que se dedica principalmente ao gênero &#8221;vampiros&#8221;. Eu já tive o prazer de ler alguns de seus livros e certamente recomendo.</p>
<p>Sinceramente eu até pensei que ele também fosse um vampiro, mas como ele possui fotos na internet a luz do dia, minha teoria foi por água a baixo rsss</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/lQzu0-DTUOc?rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>É melhor aqui, me deixe ficar&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá povo tudo bom? Hoje lhes trago um artigo feito por uma amiga próxima e que por enquanto irá ficar no anonimato, esperamos as considerações de vocês. Eu adianto que achei bem profundo e repleto de romance =) É melhor aqui, me deixe ficar&#8230; E no fim daquela sexta tão gostosa onde aprendera sobre como eraesplêndido a sua própria companhia, ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá povo tudo bom?<br />
Hoje lhes trago um artigo feito por uma amiga próxima e que por enquanto irá ficar no anonimato, esperamos as considerações de vocês.<br />
Eu adianto que achei bem profundo e repleto de romance =)</p>
<p><strong>É melhor aqui, me deixe ficar&#8230;</strong></p>
<p>E no fim daquela sexta tão gostosa onde aprendera sobre como eraesplêndido a sua própria companhia, ela lembrou dele..</p>
<p>- Como foi bom o tempo que passamos.<br />
Pensamento que não durou quinze segundos.</p>
<p>Logo voltou ao seu mundo mágico que só existia em sua mente totalmente lúdica e insana..</p>
<p>- Muito melhor aqui.. onde existe o mocinho no cavalo branco, que gosta de boa música, que penteia seus cabelos, lhe olha com ternura e que todas as noites canta e acaricia seu rosto até que ela durma.</p>
<p>Contos de fadas não existem &#8211; dizia o mundo à sua volta.<br />
Mas ela não vivia nesse mundo. Vivia no &#8220;mundo da lua&#8221;.<br />
Esse mundo era muito difícil e complicado para a garotinha determinada dos olhos grandes cor-de-jabuticaba.<br />
-Já tentei viver aqui. Cuidei tanto do meu coração e ele foi partido algumas vezes.. a próxima pode ser fatal. Melhor não arriscar.</p>
<p>Era tão delicioso viver na terrinha encantada onde ela podia sonhar com tudo o que sempre quis.</p>
<p>Uma casinha no campo, cerquinhas brancas, um cachorro lindo, muitas flores e árvores no jardim e os filhos correndo felizes.<br />
O emprego dos sonhos e o cara certo.<br />
Nem era pedir muito.</p>
<p>Mas ela sempre afirmou ter nascido na época errada.<br />
Nos tempos de hoje tudo é diferente, tudo é complicado.</p>
<p>Por tantos motivos, lá se vai a menina do sorriso aberto, fantasiando, sonhando e vivendo no seu próprio planeta colorido.</p>
<p>Acho quase impossível que ela se entregue novamente. Talvez pra alguém que viva num mundo de fantasias .. quem sabe em algum dia desses, as almas se esbarram dentro de um sonho desses que ambos tem.. e quem sabe sejam feitos um para o outro.</p>
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		<title>Confissões de uma noite de verão</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 02:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acordei no inicio de uma das noites desta semana e como faço rotineiramente tomei um belo banho para se sentir melhor. Depois olhei os comentários do blog, ví meus e-mails e as várias noticias do dia que havia passado. No entanto em meio a tanto lixo virtual, fui surpreendido de uma forma muito boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acordei no inicio de uma das noites desta semana e como faço rotineiramente tomei um belo banho para se sentir melhor. Depois olhei os comentários do blog, ví meus e-mails e as várias noticias do dia que havia passado. No entanto em meio a tanto lixo virtual, fui surpreendido de uma forma muito boa por uma sms vinda de Stephanie, a bela morena paulista que me encantou <a href="http://www.vampir.com.br/2012/01/03/meu-reveillon/" target="_blank">na noite da virada</a> deste ano. Dizia ela “Estou novamente na tua ilha e te quero!”. Povo, se existe uma coisa que admiro nas mulheres é iniciativa e franqueza, além disso, como minha noite com ela havia sido ótima, então eu tinha muitos motivos para revê-la.</p>
<p>Combinei de ir pegá-la em um Hotel no centro da cidade, um desses executivos, pois sua estadia seria rápida e a trabalho. Liguei avisando que estava chegando e ao parar o carro na recepção do Hotel eu nem precisei sinalizar, pois ela já me aguardava ansiosa. Não sai do carro, apenas abri a porta por dentro mesmo e ao me ver ela imediatamente abriu um sorrisão. Confesso que estava feliz em revê-la e estava com a impressão que a noite seria boa.</p>
<p>Esta noite estava quente, o ar do carro estava quase no máximo para disfarçar minha temperatura corporal e logo depois de beijar minha boca foi inevitável seu comentário: “Humm que geladinho”. Apenas sorri e depois de soltar seu pescoço, que eu segurava com a mão esquerda, continuei olhando em seus belos olhos e disse: “Saudade da tua boca, sabias?”. O próximo beijo depois de minhas palavras foi interrompido pela buzina de um carro que pedia passagem e então tivemos de sair dali imediatamente.</p>
<p>Vampiros não comem então a questão jantar é sempre chata de lidar, na pior das hipóteses falo que não estou com fome, mas é tenso se a acompanhante estiver. Por isso eu quase sempre ofereço minhas habilidades culinárias e dou a desculpa de que quem cozinha fica sem fome. Nesta noite não foi diferente e novamente a levei para minha casa de praia. Passamos antes em um supermercado, onde comprei um bom vinho seco para acompanhar o filé mignon e o risoto de ervas finas que lhe preparei. Enquanto eu cozinhava no espaço gourmet que há próximo da piscina ela se rendeu a um banho e como não estava de biquíni, improvisou sem quaisquer roupas com a maior desinibição.</p>
<p>Próximo de terminar o preparo do desjejum noturno da bela morena, eu coloquei um pouco do vinho numa taça e lhe levei na piscina. “Quase pronto, bebe um pouco para abrir o paladar enquanto pego um roupão pra ti?”. Como resposta ela me puxou para pertinho da borda e me deu mais um beijo rápido antes de eu pegar o roupão que estava dentro da casa. Ao voltar ela já havia saído da piscina, estava encostada no balcão de costas para mim e ao me ver apenas virou o rosto, deixando intencionalmente aquele belo bumbum empinadinho completamente a mostra. Como a comida ainda estava no fogo eu apenas lhe cobri com o roupão e tratei de terminar a jantinha improvisada, antes de fazer qualquer outra coisa.</p>
<p>Prato servido, vinho bebido e eu enrolando com um copo de água até que ela entra no assunto da virada:</p>
<p>- Ainda não acredito no que me aconteceu naquela noite da virada, eu fiz alguns exames quando voltei pra sampa e meu médico não descobriu nada além de um pouco de anemia. Acredita?</p>
<p>- Olha minha querida, não sou médico, mas confesso que fiquei preocupado, quase chamei socorro e fiquei naquela situação, chamo ou não chamo, até que enfim acordasses. Talvez apenas tenhas ficado cansadinha? Bom o importante é que tais bem e pelo visto gostou de passar um tempo por aqui em casa?</p>
<p>Eu sorri depois do meu comentário repleto de lábia, mas ela estava tão entretida no vinho e na comida que acabamos mudando de assunto rapidamente. Felizmente ela não me ofereceu comida, então resolvi aproveitar os quase 30 graus que fazia aquela noite e também tomei um banho de piscina enquanto ela terminava de jantar. Não sei se ela estava com pouca fome ou se não havia gostado da comida, mas logo que me despi e entrei na piscina ela veio em seguida, deixando metade do jantar no prato.</p>
<p>Ficamos por muito tempo na piscina entre caricias e longos beijos, até que percebi ela ficar com os dedos murchinhos e lhe propus subirmos para o meu quarto. Obviamente ela não se opôs e já na cama ficamos por lá em meio a muitas safadezas durante muito tempo. Em certo momento ela estava deitada ao meu lado e encostada em meu peito quando me lembrei de perguntar se ela precisava trabalhar pela manhã. Como ela disse que sim, eu tive de começar aquele processo de despedida.</p>
<p>- Bom, então vou te levar para o hotel, acordar cedo por lá é melhor não.</p>
<p>- Mas queria muito passar a noite aqui contigo.</p>
<p>Nesse momento o problema não foi ela dizer que queria ficar a noite inteira comigo, mas sim o fato de que eu não poderia leva-la embora de dia e de que ela começou a fazer chantagem. Lembro até agora daquela boquinha bem desenhada, fazendo biquinho, de todo o seu corpo quente sobre o meu e da forma como ela ficou enroscada em minhas pernas. Naquele momento ela me transmitiu muita carência, o que certamente convenceu subitamente meu lado humano e homem. Porém eu precisava resolver a questão ir embora de dia de uma forma sutil, foi quando me lembrei dos taxis e mais uma vez usei minha lábia.</p>
<p>- Humm que manhosinha que tu és. Adorei! Bom, fazemos assim então, tu ficas aqui comigo, mas amanhã de manhã eu te chamo um taxi, pode ser? Eu tenho uma reunião importante logo cedo via internet&#8230;</p>
<p>Perceberam a forma como eu lhe disse? Primeiro a agradei, depois disse o problema e não deixei espaço para que ela argumentasse muito. Pode até ser que eu não seja um mestre da lábia, mas isso foi o suficiente para convencê-la. Quanto ao resto da noite vocês conseguem imaginar como foi, não é mesmo?</p>
<p>Durante a madrugada ela adormeceu e aproveite para fechar a casa e recolher as roupas dela que haviam ficado na piscina. Depois liguei para a central de taxi, agendei um para às 8 da manhã e voltei para a cama. Fiquei por la ao lado de Stephanie lendo um livro e próximo das 7:00 eu já estava ficando com sono quando o despertador do celular dela tocou. Ela acordou, se espreguiçou muito e em seguida me deu um beijo de bom dia. Era nítida a felicidade dela ao me ver e trocamos algumas caricias, até que ela já estava suficientemente acordada para se arrumar. Fiquei surpreso com a rapidez dela ao se arrumar em impressionantes 15 min. Isso era muito mais rápido que a uma hora ou mais que Beth levava para se arrumar e fui obrigado a fazer uma piadinha:</p>
<p>- Nossa nada como ser linda, tu nem precisas te arrumar muito para sair.</p>
<p>Ela sorriu e me respondeu:</p>
<p>- Imagina, é que gosto de praticidade&#8230;</p>
<p>O Taxi não tardou a aparecer e pouco antes das 8 estava buzinando próximo ao portão da minha casa. Nesse momento ela certamente imaginou que eu a levaria até o portão e novamente tive de improvisar, levando-a somente até a porta e com muito receio fiquei atrás dela para tentar se esconder dos raios de sol que pudessem tocar minha pele. Com um pouco de dor nos olhos beijei-a, agradeci pela noite e combinamos de nos falar em breve. Como sempre ela também foi muito educadinha e me agradeceu por tudo, dando um longo beijo acompanhado de um inesperado apertão em meu “bumbum”.</p>
<p>Ela tentou me puxar para fora da porta e como nesse momento despedida eu fiquei um pouco desatento eu acabei escorreguei sem querer a mão para perto de uma parte onde o sol estava pegando. Foi horrível sentir novamente aquele maldito calor que queimou parte de meus dedos da mão esquerda. Contive-me muito e achei que havia conseguido disfarçar levando a mão rapidamente para as minhas costas, quando percebi que ela havia visto algo e improvisei:</p>
<p>- Arghh peguei o dedo numa farpa da porta&#8230;</p>
<p>Em função disso ela ate tentou me pedir para ver, querendo dar o famoso beijinho para sarar, mas relutei e disse que ia rapidinho para o banheiro colocar um esparadrapo. Dei-lhe mais um longo beijo e para fortalecer a mudança de assunto fui logo lhe desejando um ótimo dia de trabalho, além do fato de que ia passar o meu dia inteiro pensando nela.</p>
<p>Apesar do machucado nos dedos, que cicatrizou complementa já no mesmo dia, a noite havia sido muito boa e passei o dia inteiro tentando dormir em meio aos muitos pensamentos que vinham a minha cabeça. Mais uma vez a lábia foi a melhor arma que possuo, porém minha cabeça me sacaneou trazendo o assunto “Beth” novamente à tona.  Fiquei naquela de se fazer várias perguntas: será que eu deveria continuar pensando em Beth? Onde será que a bruxinha estaria ou o que poderia estar fazendo e principalmente: será que ainda pensava em mim?</p>
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		<title>O número</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 19:54:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo muito decepcionado com a visita ao bairro proibido, Juan insistiu em verificar também o endereço que correspondia ao núnero de telefone que Evelyn fornecera no check in do hotel. Agora dando ouvidos aos avisos de Miguel, Juan confirmou com o serviço de auxilio a lista de Paris o endereço correspondente ao número de telefone, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo muito decepcionado com a visita ao bairro proibido, Juan insistiu em verificar também o endereço que correspondia ao núnero de telefone que Evelyn fornecera no check in do hotel.</p>
<p>Agora dando ouvidos aos avisos de Miguel, Juan confirmou com o serviço de auxilio a lista de Paris o endereço correspondente ao número de telefone, 01 56 20 25 70, que ela registrou e o endereço que correspondia ao nome completo dela, Evelyn Dobois. Os dois indicavam o mesmo lugar, Avenue Verdun número 44.<br />
Durante uma conversa com Miguel, o mexicano exalava esperança. Contente com a correspondência dos endereços, Juan insistia que o outro endereço deveria ter sido um engano ou uma pegadinha de Evelyn.<br />
“Era só uma brincadeira dela” dizia Juan, “Ela só está me testando, quer saber o quanto a quero.”<br />
Miguel continuava desconfiando e tentou fazer o companheiro entender isso.<br />
“Talvez não seja isso, ela pode não querer ser encontrada.”<br />
“Não! Tenho certeza que ela quer me ver. Por que então deixaria o nome e o telefone corretos?”<br />
Juan estava cego. Não conseguia se perdoar por ter demorado a aparecer em Cancún e acreditava que a mulher havia se enfurecido com sua “estratégia de conquista”.<br />
Muitas vezes enquanto rolava na cama do hotel em Paris tendanto dormir, se perdia em pensamentos que diziam a ele que ela não era uma mulher como as outras, que jamais ele deveria ter sido tão imprudente e utilizado a mesma “tática” que fez tantas outras cederem aos seus encantos antes. Mas Juan ainda era um garotão, jovem, sedutor e desacostumado a ser rejeitado, nunca escaparia da sedução de uma mulher madura e bem resolvida feito Evelyn.</p>
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		<title>Respostas para os recém chegados!</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noite a Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa noite povo todos tranquilos? Nas últimas semanas depois que o site ultrapassou a barreria dos 900 seguidores, estamos tendo um aumento rápido nos acessos e por consequência nas perguntas que me são feitas. Então devido a este fato e como não tenho como responder a todos em tempo hábil, haja vista que estou os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite povo todos tranquilos?</p>
<p>Nas últimas semanas depois que o site ultrapassou a barreria dos 900 seguidores, estamos tendo um aumento rápido nos acessos e por consequência nas perguntas que me são feitas.<br />
Então devido a este fato e como não tenho como responder a todos em tempo hábil, haja vista que estou os últimos meses terminando o livro, eu resolvi fazer este texto.<br />
Abaixo seguem alguns links de postagens antigas, que certamente sanarão as principais dúvidas dos recém chegados.</p>
<p>Quem são os vampiros, será que sou um vampiro?<br />
<a href="http://www.vampir.com.br/2010/12/05/a-verdade-sobre-os-vampiros/">http://www.vampir.com.br/2010/12/05/a-verdade-sobre-os-vampiros/</a></p>
<p>O que são psyvamps?<br />
<a href="http://www.vampir.com.br/2009/03/30/o-que-e-um-maldito-psyvamp-vampiros-psiquicos/">http://www.vampir.com.br/2009/03/30/o-que-e-um-maldito-psyvamp-vampiros-psiquicos/</a></p>
<p>Quem são os Lobisomens?<br />
<a href="http://www.vampir.com.br/2010/12/12/lobisomens-licans-peludos-a-verdade/">http://www.vampir.com.br/2010/12/12/lobisomens-licans-peludos-a-verdade/</a></p>
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		<title>O lobo sem alma</title>
		<link>http://www.vampir.com.br/2012/01/09/o-lobo-sem-alma/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fan Art]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente as histórias de lobos e vampiros estão muitos próximos nos últimos filmes e livros. Aqui frequentemnte eu falo dos peludos e certamente no meu livro eles também serão parte importante da história. Hoje eu fui agraciado com a história enviada pela Kiria (Valkiria) e espero que gostem. O Lobo sem alma A mais ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente as histórias de lobos e vampiros estão muitos próximos nos últimos filmes e livros.<br />
Aqui frequentemnte eu falo dos peludos e certamente no meu livro eles também serão parte importante da história.<br />
Hoje eu fui agraciado com a história enviada pela Kiria <em>(Valkiria)</em> e espero que gostem.</p>
<p><strong>O Lobo sem alma</strong></p>
<p>A  mais ou menos cem anos atras quando minha pequama cidade não passava de uma simples  aldeia, minha bisa chega da italia casa se com um brasileiro e tenta constituir uma familia. Os anos se passaram e sua familia foi crescendo e Ana Cristina passou a se sentir em casa nesse pais que ate ontem era desconhecido para ela. Mas os seus visinhos a achavam uma mulher muito peculir pois  Ana tinha abitos muitos diferentes dos deles como por exemplo seguir as fases da lua para colher plantas ou ate mesmo para cortar os cabelos, embora esses fatos não fossem muitos comuns os seus visinhos nada disiam. Somente um deles se encomodava com isso, não porque a achase esquisita e sim porque minha bisa havia diminuido o teritorio de caça.<br />
Era uma sexta feira meu biso teve um emprevisto no trabalho, e mandou um garoto avisar Ana que iria demorar para o jantar. Ana  sai a janela e ve a lua cheia  tomar conta do ceu, vira se e vai ate o fogao de lenha e começa a ascender o fogo quando senti um cheiro diferente cheiro de cachorro molado, ao virar se para porta ve um imenso lobo na porta olhando para ela e mostarndo os dentes, o lobo flexiona as patas da frente para atacar Ana pega um pedaço de madeira que começava a pegar fogo e quando o lobo a ataca ela o certa com a madeira em chamas, o lobo ferido tenta escapar mas a porta se fecha sosinha por meio de um encantamento que Ana conjurou naquele momento e disse:<br />
__Como voçe ousa entrar em minha casa e me atacar?<br />
__Voçe voltara aqui amanha mas como humano e ai sim acertaremos as contas.<br />
A porta se abriu o o lobo se foi ferido pelo fogo. Assim que meu biso chegou Ana lhe contou tudo e ele ficou furioso.<br />
__ Como ele ousa entrar na casa de meus filhos para te atacar e não o amaldiçou!<br />
___joseph ele já esta amaldiçoado, ele não um lobisomem  de verdade ele não nasceu assim foi uma maldiçao.<br />
__ mas quem? Bruxos?<br />
__nao sei, acho que somos os unicos aqui.<br />
__entao não vou trabalhar amanha<br />
__pode ir Joseph ele vira de dia e tomarei cuidado.<br />
__va bene<br />
Amanheceu um sabado frio e chuvoso, joseph acordou cedo seus quatro filhos e os levou com ele para o trabalho. Ana ficou preparando tudo embora ele viesse como humano havia uma parte dele que ela podeia controlar. As tres da tarde Ana ouve uma batida a porta:<br />
__ Posso entrar?<br />
__ Entao Pedro!<br />
O lobisomem não era  ninguem menos que seu compadre o homem que batisara um de seus filhos!.<br />
__ me desculpe comadre eu acordei com uma ideia fixa que tinha que vir hoje aqui.<br />
__Voce sabe muito bem por que veio aqui, porque eu mandei que viesse.<br />
__ Sua bruxa maldita! Voçe acha que pode mandar em mim!<br />
__ Posso seu cachorro sarnento!<br />
__ quem te transformou?<br />
__  a uns dois anos eu tentei matar um lobisomem que vivia matando minhas ovelhas, mas entes de morrer ele disse que eu tomaria o seu lugar, o desgraçado me amaldiçou! E voçe o conhecia!<br />
__Gian! Voçe matou Gian!<br />
__ sim porque tanta indignaçao? pensei que as bruxas odiasem os lobisomens?<br />
Sim era verdade, existia uma certa antipatia entre bruxos e lobisomens, mas Ana tinha uma divida com Gian ele a ajudou a fugir da fogueira na italia.<br />
__ gian nunca matou nenhum  humano. Agora voçe!<br />
__ não sei doque  esta falando<br />
__ Sabe sim as crianças desaparecidas!<br />
__Porque se importar eles tem muitas crianças assim como voçe.<br />
__ maldito! Gosta de matar não, voçe não perde totalmente a razao não e!?<br />
__ Não não perco toda a razao, e eu gosto de sentir o medo nos olhos das minha presas a ouvir disendo socorro mamae!<br />
__ desgraçado!<br />
__Voçe e tao melodramatica Ana! Talves seja esse seu sangue italiano.<br />
Entao voçe gosta de ser um lobo sem alma não gosta?<br />
__Sim não quero outra coisa da vida!<br />
__que assim seja! Pela força da natureza que assim me conferiu, pela mae terra, pelo deus sol, pela mae lua que a sua vida seja feita de trevas e escuridao enquanto em seu coraçao não brotar arrependimento e compaixao, se um lobo que quer um lobo sera, mil veses amaldiçoado por mil anos sera contado a historioa de uma lobo sem alma e coraçao.<br />
QUEM ME CONTOU ESSA HISTORIA FOI MINHA AVO, FILHA DE ANA, E UMA VEZ POR ANO SEMPRE NA LUA CHEIA ESCUTAMOS O UIVO ARREPENDIDO DE UM LOBO. E NÃO ME ESTA MAIS NADA A FAZER A NÃO SER DISER:<br />
AQUI ESTA CONFIRMADO A HISTORIA DO LOBO SEM ALMA.</p>
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		<title>Nunca mais volto para Forks &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E continua a saga do Lin-kun Cadu&#8230; Chegamos a Forks, cidadezinha pacata essa. Acho que até Chernobyl é mais agitada. Era uma cidade tão chata que nem graça tinha de ficar olhando. Avistamos um pequeno restaurante ideal para uma parada rápida. Saímos do carro como se nada tivesse acontecido e entramos no estabelecimento. Achei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E continua a saga do Lin-kun Cadu&#8230;</p>
<p>Chegamos a Forks, cidadezinha pacata essa. Acho que até Chernobyl é mais agitada. Era uma cidade tão chata que nem graça tinha de ficar olhando. Avistamos um pequeno restaurante ideal para uma parada rápida. Saímos do carro como se nada tivesse acontecido e entramos no estabelecimento. Achei que íamos entrar lá como dois amendobobos. Local comum demais se não fosse pelo fato de todas as pessoas que ali estavam estarem nos olhando. Meu pai ignorou e me levou até uma mesa. Pensei que poderia ser normal em restaurantes pessoas recém chegadas serem notadas, mas não era o caso. Era como se nos devorassem com os olhos. Entretanto, éramos dois forasteiros, um fazendeiro sádico e seu filho tosco. Não vejo nada de chamativo nisso. Não estávamos usando roupas coloridas, nem acessórios esquisitos, nada anormal. Sentei de frente para o meu pai, ele procurava alguma coisa no bolso do blazer preto que usava. Tentei reparar em qualquer detalhe inútil, olhei para os lados discretamente. De um lado havia uma mesa que deveria estar seguindo padrão organizado das outras mesas, dava para ver a cor da calçinha da atendente, tinha um grupo de garotas me olhando sendo que nenhuma delas ‘’agradava’’ minha visão. No outro lado tinha um homem com a barba mal feita, uma mulher com um penteado que parecia uma aglomeração de carne moída na cabeça e um trio de senhores me olhando torto. Não tinha como ficar melhor com aquele circo de horrores. </p>
<p>- Christofer, para de ser perfeccionista e deixa esse pessoal em paz! – disse meu pai sussurrando – Dá pra ver nos seus olhos o que você está pensando!</p>
<p>- Se aquela atendente não puxar a calça para esconder a calçinha eu levanto daqui independente de ser preso acusado de assédio sexual ou não. – cerrei os olhos em sua direção.</p>
<p>- Eles são pessoas do interior assim como nossa família, seja mais delicado. –ergueu as sobrancelhas.</p>
<p>-Você é do interior, eu não. Nasci em cidade grande e moro em cidade grande. Não estou desprezando caipiras e colocando as pessoas no exterior no pedestal, mas eles deviam ser um pouco mais –</p>
<p>- Modernos e perfeitos? Pare de ser fresco e vá comer alguma coisa, patricinha.</p>
<p>   Levantei da cadeira disposto a arrancar os dentes de alguém. Não ia comer antes de lavar as mãos, fui ao banheiro como sinal de educação e extrema limpeza. Fiquei equivocado por ter um espelho em um banheiro masculino, aquilo superou o meu lado esnobe. Lavei as mãos sem tirar meus olhos do espelho. Mania terrível a minha de ficar se contemplando toda vez que algo reflete minha imagem. Pensei que estavam me olhando por causa do meu cabelo que no meu bem entender estava bagunçado, e na verdade não estava. Não tinha nada de errado comigo e muito menos com o meu pai. Não me importo muito com isso, mas só o fato de ficarem me encarando é o bastante para me deixar enfurecido. Voltei para a mesa e continuavam me encarando.</p>
<p>- O que desejam? – a atendente sorriu ao se aproximar.</p>
<p>- Eu quero um hambúrguer de carne e uma coca. Vai querer o que, Christofer?</p>
<p>- Achocolatado e crepe de frango. – falei desinteressado e lembrando que a atendente ainda não arrumara a calça.  </p>
<p>-Ok. Mais alguma coisa? – ela tentou adocicar a voz como tentativa de flerte.<br />
- Só isso mesmo. &#8211; meu pai sorriu, sabia o que a atendente pretendia e ainda deu corda usando charme. Seu maldito, morra!</p>
<p>- Tudo bem então, aguardem o pedido! – olhou para mim, eu conhecia esse olhar vulgar. Típico de mulheres que acham que qualquer cara tá na delas.</p>
<p>    Dei um sorriso amarelo com ar de escárnio. Esperei ela sair para me queixar aos murmúrios. Odiava mulheres vulgares e principalmente quando ficavam se insinuando para meu pai e eu. E mais ainda quando ele aceitava sabendo que era casado e que tinha quatro filhos. Virei o rosto ignorando aquele ambiente ridículo, lembrei que meu celular estava no bolso da calça. Talvez o fone de ouvido me ajudasse a pensar em qualquer coisa menos desagradável. Ele finalmente encontrara o que procurava a carteira. Levantou-se e foi até o balcão, olhei para o meu celular selecionando as músicas mais barulhentas enquanto esperava o pedido. Meu pai voltou.</p>
<p>- Eu vou ter que – até esse ponto eu fingia que estava ouvindo o que dizia. Balancei levemente a cabeça sentindo o som de cada instrumentos das músicas do Iron Maiden. Eu queria prestar atenção no que ele dizia ou pelo menos tentar fazer uma leitura labial, mas The Tropper me impedia, não sabia há quantos minutos ele estava falando, mas com certeza não deveria ser nada importante. – Então é isso, tudo bem?</p>
<p>- Hakuna Matata. – fiz um sinal de vitória com a mão direita enquanto tirava os fones com a esquerda.</p>
<p>- Espero que tenha ouvido mesmo&#8230; Já volto. – saiu novamente, mas não prestei atenção aonde ele iria porque a atendente acabara de chegar com o meu pedido.</p>
<p>- Aqui está, achocolatado e crepe. – mais uma vez aquela insinuação vulgar e aquele sorriso falso.</p>
<p>- Ah tá, valeu. – dessa vez não ia agir como o Johnnata, fiquei sério. Ela saiu resmungando alguma coisa que não era do meu interesse.</p>
<p>    Ignorei mais uma vez e coloquei os fones no ouvido com a certeza de que nenhum energúmeno iria me atrapalhar. Comecei pelo achocolatado e claro, queimei minha língua. Mereci isso.  Já ia devorar o crepe quando percebi que erraram no pedido. Olhei pelo canto do olho para a garçonete e tinha uma certeza. Vadia, você quer me engordar, sequestrar e fazer sabe lá o quê? Puta merda, você não sabe a diferença entre um crepe de frango e um crepe de chocolate? Tive que me dar ao trabalho de levantar e ir até o balcão. Não deixaria essa ‘’ofensa’’ a minha pessoa em pune! Levantei, recolhi os fones junto com o celular. Tentei manter as costas eretas, cabeça erguida e olhar afiado. Sempre que fazia isso as pessoas me levavam a sério ao invés de achar que eu era mais nerdão pagando de ‘’sou foda’’.</p>
<p>- Com licença, erraram no meu pedido. – Olhei para a balconista.</p>
<p>- Sim, tivemos a mesma reclamação. Crepe de frango por crepe de chocolate, certo? – ela fez um sorriso forçado. – Já mandei preparar outro.</p>
<p>- Okay então – disse meio seco. O jeito era voltar para o meu lugar e esperar. Eu ainda estava segurando o crepe em uma das mãos. Quando me virei&#8230; Ah, quando me virei. Nunca mais me esqueço disso, sério. Uma garota derramou café na minha blusa.</p>
<p>- Desculpa, não vi.  – ela ficou sem graça.</p>
<p>- Eu vou te estuprar – murmurei.</p>
<p>     Ficar tranqüilo? É o caralho. Primeiro que a blusa era branca, segundo que era do Ozzy Osbourne, terceiro que era autografada e o mais importante, minha avó me presenteou com ela antes de morrer! Para começo de conversa ela não era fã de rock, mas por minha causa foi em um show do Ozzy e fez o diabo a quatro pra conseguir a blusa autografada. Até esse tempo ela nem tinha me conhecido, mas sabia que o neto mais novo era roqueiro. Dois meses depois ela morreu e nesse curto período nos conhecemos melhor. Saudade daquela senhora inglesa de cabelos curtos e brancos que adorava fazer comida doce caseira quando minha irmã e eu íamos visitá-la em Dublin. Esse esforço todo só para chegar uma vadia e sujar a blusa. E espero com todas as forças das minhas ancestrais bruxas que a merda dessa mancha saia, senão uma certa garota vai ser estuprada, queimada e esquartejada viva! Tentei manter toda a calma e quanto mais eu tentava relaxar os músculos mais tive vontade de enviar o crepe que segurava na cara dela. Entretanto se tem uma coisa que aprendi com meu pai é que não devemos levantar a mão para bater em mulheres normais (humanas). Por um segundo me arrependi de ter recusado as aulas de bruxaria que minha mãe e minhas tias davam a minha irmã caçula. Não podia mandar no tempo, tive que aceitar que uma vadia tosca de uma cidade mais tosca ainda havia feito.</p>
<p>- Desculpa, sério mesmo. Não olhei. – ela tentava limpar minha blusa com guardanapo. Eu devia era esfregar a cara dela na blusa até limpar com a própria língua.</p>
<p>- Relaxa&#8230; É só uma blusa. – sei, é só uma blusa sem valor. </p>
<p>Usei de todos os meus recursos ‘’simpáticos’’ para afastar aquela vaca humana, distanciei um pouco e olhei para os lados a procura do meu pai. Sem sinal dele fora que as pessoas me olhavam mais ainda. Fui para fora e tentei localizar o carro no estacionamento. Nada do Honda. Voltei para onde estava e peguei o celular, estava desligado. Estranhei, pois não lembrava de ter desligado, apertei o botão para ligar várias vezes até que apareceu uma mensagem com voz.</p>
<p>- Nível de bateria baixo. Por favor, recarregue.</p>
<p> Puta que pariu. Não me deixa na mão celular! Não teve jeito, não tinha como ligar. Meu dia estava perfeito. Fui mordido por um filho da puta, uma garota desgraçada derrama café na minha blusa, a porra do meu celular não tem bateria e o veado do meu pai não estava. Ótimo. O que faltava mesmo? Ser adotava por um zoófilo.  Sentei perto do balcão, o crepe estava pronta e na hora que a balconista foi entregá-lo para mim a olhei como se estivesse prestes a matá-la. Ela se assustou e provavelmente pensou ‘’Ah esse garoto fofinho deve ser filho do demônio pra me olhar desse jeito’’. Foda-se, tinha que achar a droga de um telefone público e ligar para o senhor ‘’Sou-um-pai-tão-responsável-que-largo-meu-filho-em-qualquer-canto-principalmente-em-um-lugar-onde-as-mulheres-nos-olham-com-malícia’’. É, adoooro meu pai.</p>
<p>- Com licença, vocês têm um telefone? – olhei com cara de dó.</p>
<p>- Ah sim, temos sim. Fica por ali, na direita. – deu pra ver que ela ficou meio ressentida e aponto o telefone.</p>
<p> Seria minha salvação, já estava com a respiração pesada e sentia o calor forte em meu corpo. Uma temperatura a mais e eu estaria prestes a entrar em convulsão. Tentei respirar devagar até encontrar o telefone. Não foi difícil, o peguei logo e comecei a discar os números do celular do meu pai. Enquanto chamava percebi que a garota que havia derramado café na minha blusa estava me olhando. Respirei fundo mais uma vez.</p>
<p>- Alô?</p>
<p>- Você se lembra de quantos filhos têm?</p>
<p>- Tenho 4 filhos. Quem está falando?</p>
<p>- Você lembra o nome do terceiro?</p>
<p>- ¿Qué demonios &#8230; Christopher, que me llamó a broma? – quando ele falava em espanhol comigo no telefone era certeza de que tinha alguém  com ele e então para não ouvir a conversa comigo em espanhol. Ah sim,  irei traduzir o que ele disse ‘’ Mas que diabos… Christofer, você me ligou só para pirraçar? ‘’</p>
<p>- Molestar la Caramba! Que me tiro en un lugar extraño, toma el coche y piensa que podría estar corriendo? La cuerno! – Também tive que falar no mesmo idioma, não quería que ninguém escutasse a nossa conversa. O que eu disse foi ‘’ Pirraçar o escambau! Você me larga em um lugar estranho, leva o carro e acha que pode ficar rodando por aí? Seu corno!’’</p>
<p>- Eso me han dicho que el cuerno de mi hijo tendría que ir a la estación de policía y que todo era sólo para llamar. He visto El Rey León más de lo que vio Blanca nieves y saber qué say &#8221;Hakuna Matata &#8221; is lo mismo que decir &#8221; No hay problema&#8221;. Si estás escuchando con auriculares chico cantaba como un gallo ronco en lugar de escuchar la voz de la miel de su padre, es su problema. – tradução ‘’ Sou tão corno que avisei para o meu filho que teria que ir para a delegacia e que qualquer coisa era só ligar. Eu já assisti O Rei Leão mais do que você assistiu Branca de Neve e sei que falar Hakuna Matata é o mesmo que dizer ‘’Sem problemas’’. Se você fica com fone de ouvido escutando um cara cantando igual galo rouco ao invés de ouvir a voz de mel do seu pai é problema seu. ’’</p>
<p>- ¿Qué hago ahora? – ‘’O que eu faço agora?!’’</p>
<p>- Ah, não sei. Se vira aí, Manolo. – desligou o telefone.</p>
<p>    Veado, veado e mais uma vez veado. Tá bom, de certo bom a culpa também foi minha. Mas e aí, como iria fazer para chegar à delegacia? Eu não ia roubar um carro e se fizesse ia dar problemas sérios. Também não iria a pé porque não sabia onde ficava essa tal delegacia e a única coisa que tinha conhecimento é que só havia uma. Menos mal. Coloquei o telefone no gancho e fiquei hesitando em pedir informações de onde fica a delegacia. Não por repugnância do local e das pessoas e mais por vergonha, timidez. Sou péssimo para conversar fora o fato de que às vezes começo a gaguejar. Enfim, se eu tinha coragem o suficiente para xingar meu pai também tinha para falar com as pessoas. Afinal, eles são humanos comuns, é mais provável que eu os mate sem levantar a mão do que eles portando revólveres. Quando eu ia me aproximar do balcão novamente para perguntar onde ficava a delegacia e ao mesmo tempo juntando coragem senti que a vadia-derramadora-de-café me olhava com mais firmeza. Na verdade eu nem tinha percebido que o grupo de garotas na qual havia citado antes ela estava no meio. Tentei relaxar mais comendo o crepe, ajudou um pouco. Apoiei os cotovelos no balcão.</p>
<p>- Ah&#8230; Onde fica – travei por um instante- A delegacia? – minha voz não saiu. Virei o rosto e fico surpreso ao me deparar novamente com a garota.</p>
<p>- Ah, eu sei onde fica a delegacia&#8230; Se quiser te levo lá,sei lá, só para compensar a idiotice que fiz. – ela pausou por um instante, se dependesse de mim a melhor forma de pagamento seria estuprá-la, fazê-la lavar minha blusa e voltar para casa.</p>
<p>- Tá, então. – respondi na lata.</p>
<p>    Terminei de comer o crepe enquanto ela voltava para sua mesa, falou algo com as garotas que estavam lá. Nem me dei ao trabalho de escutar a conversa, mas só pelo fato de uma delas me olhar e sorrir já saquei o que era.  Lá no fundo do fundo da mente medíocre de um cara de 18 anos diria ‘’Ah, ela vai me levar para um lugar afastado e aí que vai rolar’’, mas como eu tenho uma mente de faceta dupla onde tem uma briga eterna de jedis eu diria ‘’Vá se foder, para de fofocar, sei que sou o cara forasteiro mais lindo que vocês e os ‘forkianos’ já viram, mas eu quero ir pra casa logo!’’. Fui até o balcão e na hora em que tirava a carteira a balconista me parou dizendo que meu pai já havia pagado. Soltei um ‘’ah’’ e fui para a porta, olhei para trás e a garota me seguia.  Fiz passos curtos e andei o mais devagar possível para que ela me guiasse. Um cara normal olharia para a bunda de uma garota.  Também não era meu caso, tudo bem que as garotas inglesas, canadenses e japonesas eram o meu forte, mas eu tinha que me conforma, estava nos Estados Unidos. Lugar onde a maioria das garotas que vejo são ‘’retas’’. Não todas é claro, mas a maioria. Ou são secas demais por causa de dietas ridículas ou são gordas demais porque não querem cuidar da saúde para evitar graves problemas futuramente. Enfim, analisando ela com e sem o meu perfeccionismo diria que ela é uma daquelas pessoas que segura o vômito depois da montanha russa. Ou engoliu.  Não tinha basicamente nenhum atrativo físico. As mulheres acham que um homem só vive disso, mas elas não compreendem que a atração entre seres se baseia no aspecto físico. E que morram elas se discordarem. Quem sabe meus pensamentos negativos eram porque ela não fazia meu tipo, certo? Logo avistei uma picape, aparência meio velha, mas até uma carroçinha puxado por um burrico magrelo serviria na hora.</p>
<p>- Entre aí, por favor – ela abria a porta do motorista. Fiquei calado e entrei. Ela ligou o carro rapidamente enquanto eu colocava o cinto de segurança. Era bom mesmo ela saber onde era essa delegacia se não o sol não ia mais bater na testa dela. – Ah, eu não disse meu nome. Me chamo Bella, Bella Swan.</p>
<p>- Ah, sou Christofer. – não tive muita preferência por dizer meu sobrenome, afinal não queria sujá-lo com a saliva dela.</p>
<p>- Na verdade, eu já estava indo para a delegacia e vi que você é um forasteiro, seria ao menos razoável da minha parte ajudá-lo em algo por causa do café. – havia me esquecido disso e só depois acabei notando que o café já tinha se teletransportado do tecido da blusa para a minha pele. Até aí virei uma balinha de café.</p>
<p>- Tá então. – continuei olhando para a estrada. E já ia quase se esquecendo de um detalhe, coloquei um canivete dentro do tênis, de novo.</p>
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		<title>Meu Réveillon</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 17:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Chovia muito, mas mesmo assim várias pessoas resolveram sair às ruas para ver os populares fogos de final de ano. Stephanie era uma linda morena, seu vestido branco feito de um tecido muito fino estava todo encharcado e deixava a mostra seus belos seios volumosos. Sua calcinha era um mero detalhe vermelho, que estampava em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chovia muito, mas mesmo assim várias pessoas resolveram sair às ruas para ver os populares fogos de final de ano. Stephanie era uma linda morena, seu vestido branco feito de um tecido muito fino estava todo encharcado e deixava a mostra seus belos seios volumosos. Sua calcinha era um mero detalhe vermelho, que estampava em seu semblante a busca por um romance em 2012.<br />
Esbarramos-nos enquanto ambos corriam por uma rua próxima à praia de Jurerê Internacional. Ela estava com duas amigas e eu sozinho em busca do que fazer. Juro que eu podia ter ficado em casa no calor de meus aposentos, mas passar a virada alone não faz o meu tipo.<br />
Desculpe, disse eu ao esbarrar em tal beldade. Ela ficou muito indignada com o encontrão, que quase a derrubou, mas ao me ver naquela penumbra entre chuva e a luz dos postes seu olhos mudaram de expressão. Um belo sorriso deu lugar à raiva e obviamente eu não poderia deixar passar em branco tal obra do destino. Perguntei se elas também estavam indo a praia e ofereci que ela fosse comigo sob meu guarda-chuva como forma de desculpas. De inicio ela fez um pouco de charme se mostrando difícil, mas contei com a ajuda das amigas que praticamente a empurram para cima de mim.<br />
Vimos os fogos, estouramos alguns champanhes e em meio a toda aquela chuva torrencial nos beijamos a beira mar. O beijo de Stephanie era forte, sabe aquele tipo de mulher que quer dominar a situação? Pois então, entre apertões, arranhões nas costas e mordiscadas leves em meus lábios carnudos, os meus caninos afloraram. Excito-me fácil com esse tipo de mulher, então tive de improvisar dizendo que precisava pular as “sete ondinhas”. Ela nem suspeitou.<br />
Entre as idas e vindas das pequenas ondas meus caninos voltaram ao normal e ficamos por ali mais um tempo, até que as amigas quiseram voltar pra casa e as acompanhei. Elas estavam em um famoso hotel à beira do mar, um lugar muito frequentado por atores, ricos e famosos.  Elas dividiam o mesmo quarto e enquanto esperava elas se arrumarem fui pegar meu carro. Como elas queriam dançar as levei para uma festa qualquer, porém convenci Stephanie que minha casa em outra praia da cidade era um local mais interessante.<br />
Minha casa é bem isolada em meio a uma floresta, mas com uma construção moderna e que aproveita bem a vista para o mar. O acesso não é dos melhores e até assusta quem vem até aqui pela primeira vez, mas tudo isso é passageiro quando surgem a vista e o deck com piscina de borda infinita.<br />
Até as últimas horas de 2011 eu achava que passaria a virada sozinho, porém tudo mudou quando olhei para o relógio que fica em cima do criado mudo. Lembrei disso as 4:12, quando eu estava ouvindo apenas o ritmado barulho da chuva que se intercalava com os gemidos agudos daquela bela paulista.<br />
Ela havia bebido um frisante para saciar a sede e estava em cima de mim quando, segurei seu pescoço, afastei o cabelo para o lado e a puxei para perto de minha boca. Estávamos no auge do clímax quando a mordi. Enquanto ela tremia e enfraquecia-se eu suguei seu sangue e também cheguei bem perto do limite ao perceber ela imóvel e com o coração bem fraquinho.<br />
Deixei-a descansar em meio aos lençóis de ceda vermelho de minha king. Tratei de fechar a casa próximo do amanhecer e sim isso havia sido um erro, que certamente resultaria num belo sermão de meu mestre&#8230;<br />
Ontem à noite Stephanie voltou à vida depois de algumas bolsas de soro e de um belo jantar. Servi-lhe pescado e uma bela salada de folhas verdes colhidos de minha horta. A combinação de vitaminas que acrescentei ao tempero do peixe, certamente lhe ajudou a ficar forte de novo, porém não evitou as suas várias perguntas. Ela insistiu que nunca havia passado mal ou dormido por tanto tempo e confesso que foi um pouco difícil de convencê-la do contrário. No entanto, antes de deixa-la novamente no hotel ela já parecia estar mais tranquila, pois exigiu minha visita ainda esse mês na cidade da garoa.<br />
Quem desconfiaria de um cara bem vestido, com um imponente carro importado e uma bela casa com vista para o mar? Beth ainda me faz muita falta, mas enquanto ela vive a sua vida eu levo minha morte&#8230;</p>
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		<title>A escuridao dos meus olhos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 21:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Povo segue um poema enviado pela Kiria, só para dar uma movimentada do blog e pra vocês saberem que ainda estou vivo (de certa forma) rsss A claridade do sol ofusca meus olhos, Deixando-me na escuridão dos meus pensamentos, Meus devaneios me transportam para um passado não muito remoto, Um passado que jamais voltará, Fico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Povo segue um poema enviado pela Kiria, só para dar uma movimentada do blog e pra vocês saberem que ainda estou vivo (de certa forma) rsss</p>
<p>A claridade do sol ofusca meus olhos,<br />
Deixando-me na escuridão dos meus pensamentos,<br />
Meus devaneios me transportam para um passado não muito remoto,<br />
Um passado que jamais voltará,<br />
Fico praguejando contra a vida e a própria sorte,<br />
Tento me conformar com o destino que nos separou,<br />
Me conformar que jamais voltarei a sentir o calor de seu corpo,<br />
Ou a sua voz a acalentar meus sofrimentos.<br />
Jamais sentirei seu coração sob meus dedos.<br />
Oh! Vida levaste um pedaço de mim, e deixaste me sangrando<br />
Por um amor que jamais  voltará e ser meu. Por que a morte o roubou de mim e e vida ensiste em me prender em suas teias, me forçando e seguir,<br />
Seguir sem você,<br />
A claridade do sol ofusca meus olhos deixando-me na escuridão dos meus pensamentos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais um final de ano</title>
		<link>http://www.vampir.com.br/2011/12/23/mais-um-final-de-ano/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 17:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galego</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noite a Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá povo, todos de férias em casa então? Antes de tudo eu queria dizer que estou muito feliz pelo site ter ultrapassado a quantidade de mais de 1000 seguidores. Eu havia comentado que ao acontecer isso eu mostraria meu rosto ou que pelo menos colocaria uma imagem de algo muito pessoal meu, mas infelizmente não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá povo, todos de férias em casa então?</p>
<p>Antes de tudo eu queria dizer que estou muito feliz pelo site ter ultrapassado a quantidade de mais de 1000 seguidores. Eu havia comentado que ao acontecer isso eu mostraria meu rosto ou que pelo menos colocaria uma imagem de algo muito pessoal meu, mas infelizmente não poderei fazer isso agora. A editora ficou sabendo disso e praticamente me proibiram de revelar minha identidade até o lançamento do livro. Isso faz parte da estratégia de marketing, então esperam que os mais havidos e curiosos se contenham. Afinal, posso perder o contrato e vocês não querem mais atrasos na publicação, não é mesmo?</p>
<p>Estamos no final do ano, época em que todos estão em casa, à felicidade circunda a maioria dos lares e até mesmo das ruas e locais públicos. Quem acompanha a o blog pelo menos a dois anos sabe que sempre que se aproxima o final do ano eu tento praticar alguma boa ação, porém neste eu não farei isso. Este final de ano tirei para mim mesmo e farei aquela famosa meditação para por as ideias em ordem. Este ano como em todos os outros também tive muitas coisas boas ou ruins, afinal é assim que a vida continua, todavia quero dar uma de egoísta e cuidar de mim mesmo.<br />
Tenho meus motivos, que não cabem ser citados aqui por serem muito pessoais, no entanto, eu gostaria de deixar bem claro que é minha opinião. Sempre fui muito a favor das pessoas que nesta época são solidárias e ajudam as demais e queria continuar manifestando esse pensamento para vocês. O que você vai fazer de bom nesse final de ano, além de ir a praia, ou beber muita cerveja, ou gastar muito dinheiro em presentes? Por falar em presentes, será que eles realmente são importantes? </p>
<p>Sou de outra época, de outro mundo&#8230; Acredito no amor, na felicidade, na amizade. Valores e sentimentos que são superiores aos mimos que o mundo atual oferece! </p>
<p>Tenham todos um feliz final e início de ano!</p>
]]></content:encoded>
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