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	<description>Os vampiros existem!</description>
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		<title>Wampir</title>
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		<title>E a balada foi boa?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Noite a Noite]]></category>

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		<description><![CDATA[Era algo em torno das 20h quando Georg me ligou: “Filho, acordei com fome! Alguma sugestão de cardápio para esta noite?” Sabe aquele momento em que você não tem o que fazer e espera que alguém lhe traga novidades, ou pelo menos alguma idéia? Foi exatamente assim que eu estava ontem&#8230; A espera de algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era algo em torno das 20h quando Georg me ligou:<br />
“Filho, acordei com fome! Alguma sugestão de cardápio para esta noite?”<br />
Sabe aquele momento em que você não tem o que fazer e espera que alguém lhe traga novidades, ou pelo menos alguma idéia? Foi exatamente assim que eu estava ontem&#8230; A espera de algo por fazer&#8230;<br />
22h mais ou menos e após duas buzinadas eu olho por uma das janelas e vejo uma BMW prata com vidros escuros em frente ao meu apartamento. Desço, cumprimento o vigia e lá estavam Georg e uma senhorita morena, de olhos escuros, muito bonita chamada Francine. Confesso que de imediato aquela linda mulher chamou minha atenção e não foi apenas por seu vestido “pretinho básico” extremamente minúsculo&#8230; Ela não era humana&#8230;<br />
Fui no banco da frente junto do motorista, um Ghoul novo de Georg e não pude fazer aquela social com meu mestre e sua convidada, até a casa noturna que fomos. Entretanto, chegando a casa fiz aquela de segurança abrindo a porta para ambos e quando estava próximo daquela linda, já na fila de entrada, tentei começar um papo.<br />
Para o meu azar, Georg tratou de segurar a mão de Francine e bancou “o coroa rico que pega a gostosona”, demarcando território logo no inicio. Provavelmente ele leu meus pensamentos pecaminosos e diante disso, recuei e tratei de providenciar nossa entrada. Alguns dólares na carteira compraram nosso tikets e de inicio uma balada vazia. Georg achou que minha dica de lugar não era boa, até eu duvidei de inicio, porém 30 min depois o lugar começou a encher.<br />
Acho que era perto da 1h quando conheci a Patrícia. Garota alta, pouco mais de 20 anos, cabelos lisos, pretos e amarrados do jeito “rabo de cavalo”. Não sei por que, mas de alguma forma aquele cabelo dela me deu vontade de puxar. Talvez fosse meu demônio aflorando pela fome, mas tratei de ser o mais cavalheiro possível, mesmo depois de lhe dar o primeiro beijo.<br />
No camarote Georg estava como um sultão, apenas observando a energia lupina de Francine esvaindo-se, a cada gole de vodka que ela consumia. Rimos de algumas histórias do passado e perto das 4h voltamos para a casa de Gerog e acompanhados.<br />
A casa era num bairro afastado do centro, bem ampla, ornamentada e nova, daquelas que podem ser vistas na praia de Jurerê Internacional. Não tenho idéia da hora que nos alimentamos, mas o sangue de Patrícia supriu toda a minha fome. O fato inusitado desta noite foi alimentação de Georg. Para um vampiro velho, o desjejum não é algo tão simples e aquela lupina rendeu alguns rosnados durante o fim da madrugada.<br />
Certamente quem passou em nossa rua percebeu a movimentação de nossa casa, mas os latidos dos dobermanns garantiram nosso álibi.  Às vezes como hoje, eu fico aqui mexendo em meu smartphone, escrevendo e  observando essa fragilidade humana deitada na cama. Lembro-me da época em que era humano, desse calor corpóreo e no divagar dos pensamento me sinto feliz. Sabe aquela época em que eu reclamava, ok passou, esperem noites melhores, aliás, vai ter vídeocast novo em breve. Estou escolhendo a máscara&#8230; </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beleza da Vida</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 21:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poema enviado pelo José Pereira. Beleza da Vida Momentos variados são fundamentais para crescer e aprender que a vida é feita de etapas, partes necessárias para que o todo se complete… E nessa trajetória tenha sempre na memória: - sendo criatura, não esqueça O Criador, humana, não perca a humildade; emoção, seja a sensibilidade e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poema enviado pelo José Pereira.</p>
<p><strong>Beleza da Vida</strong></p>
<p>Momentos variados são fundamentais<br />
para crescer e aprender<br />
que a vida é feita de etapas,<br />
partes necessárias para que<br />
o todo se complete…<br />
E nessa trajetória<br />
tenha sempre na memória:<br />
- sendo criatura,<br />
não esqueça O Criador,<br />
humana, não perca a humildade;<br />
emoção, seja a sensibilidade<br />
e sendo amor, seja um só,<br />
sublime, intenso e verdadeiro!<br />
Abrace o mundo com garra e graça,<br />
trace sua estrada com determinação<br />
e não esmoreça ou se desvie<br />
com os obstáculos do caminho.<br />
Ouça a voz do coração<br />
mas não esqueça o som da razão.<br />
A beleza da vida está contida<br />
em simples detalhes,<br />
nos pequenos gestos,<br />
num sorriso franco e sincero.<br />
Na arte de fabricar sonhos<br />
sem fugir da realidade.<br />
No olhar transparente<br />
que revela sem receio<br />
o que pensa e sente<br />
a alma nua<br />
onde a luz flui,<br />
naturalmente…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Recordações</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 23:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado pela Lola. Recordações Quantas recordações&#8230; Quantos momentos deixados pra trás. Sempre lembro de você, na varanda lendo aquele livro que sempre lia, na velha poltrona com o café esfriando ao lado. Sua gargalhada me contagiava, sua alegria tão bela quanto a de um anjo. Nossas noites juntos, oh quanta saudade. Você sempre estará em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado pela Lola.</p>
<p><strong>Recordações</strong></p>
<p>Quantas recordações&#8230; Quantos momentos deixados pra trás. Sempre lembro de você, na varanda lendo aquele livro que sempre lia, na velha poltrona com o café esfriando ao lado.<br />
Sua gargalhada me contagiava, sua alegria tão bela quanto a de um anjo.<br />
Nossas noites juntos, oh quanta saudade. Você sempre estará em meus pensamentos&#8230; Em meus sonhos. Porquê o destino teve que ser tão cruel, porquê justo comigo?<br />
Não aceito ter te perdido de forma tão rápida&#8230; Essa chuva que não pára de cair, só aumenta a minha melancolia.<br />
Não existirá outro com tamanho amor que sinto por você, será meu eterno, único e grande amor da minha vida.<br />
Vejo nossas fotos, éramos tão felizes&#8230; Depois de tanto tempo ainda sinto que está vivo em mim, em meus sonhos sinto que te toco, sinto que está comigo, nunca me entreguei a outro como me entreguei á você&#8230; Lembro de você me olhando e dizendo que me amava e eu retribuindo com um longo e apaixonado beijo.<br />
Nossas longas conversas durante á noite&#8230; Que saudade do seu cheiro, da sua barba mal feita fazendo cócegas no meu pescoço.<br />
Sinto que ainda iremos nos encontrar, em outro mundo&#8230; Enquanto esse dia não chega, ficarei somente com as boas RECORDAÇÕES&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando me tornei um justiceiro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 02:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 1950 e 1960 eu vivi o inferno dentro da minha cabeça. Está certo que nunca fui um cara do tipo relaxado, que consegue ligar o foda-se frequentemente, mas também não sou daqueles chatos que querem achar explicação para tudo. Durante esses 10 anos Eleonor e eu decidimos terminar nosso relacionamento, algo que já se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 1950 e 1960 eu vivi o inferno dentro da minha cabeça. Está certo que nunca fui um cara do tipo relaxado, que consegue ligar o foda-se frequentemente, mas também não sou daqueles chatos que querem achar explicação para tudo. Durante esses 10 anos Eleonor e eu decidimos terminar nosso relacionamento, algo que já se arrastava por uns 30 anos. Tivemos algumas discussões, no qual nunca vou esquecer, onde ela me falava que eu não conseguia tirar a Suellen da cabeça. Fato que realmente nos incomodava muito, mesmo depois de tanto tempo.<br />
Em 1952 eu ainda estava no Rio de Janeiro, vivendo aquela boemia incansável. Algo que se estendia das noites de quinta, até a noite de sábado ou domingo e em vários lugares. Eu vivia o lado mais sujo do vampirismo, matando por matar, se drogando e até mesmo roubando por diversão. Sei que isso vai ser visto por muitos como algo inimaginável vindo de mim, mas sim povo, isso é um desabafo.<br />
Existiam muitos fatores para que eu chagasse a tal situação, digamos, parcialmente fora de controle: Nossa saída forçada da Prússia em função da guerra Franco-prussiana, o fim trágico do meu casamento, a hibernação de meu senhor e tudo o que aconteceu com minha família mortal. Nem mesmo Eleonor, Franz ou Joseph, conseguiam me ajudar. Sebastian então, perdi as contas dos rituais e das terapias que ele me oferecia. Nem Mesmo Kieran com todo o seu poder conseguiu por, digamos, juízo em minha mente.<br />
Foi então neste contexto que eu resolvi enfrentar a velha Desterro, que naquela época já havia inclusive mudado de nome para Florianópolis. Lembro que esse nome nunca fora bem aceito pelos moradores, mas infelizmente naquela época a democracia era fraca ou inexistente e tudo gerava em torno da vontade de quem estivesse no comando político ou militar.<br />
O que dizer então de uma Desterro que não possuía mais o meus locais prediletos. Que estava em franca expansão, mesmo durante o fim daquela conturbada era Getulista. E que se ainda não bastasse, havia extinguido toda minha geração&#8230; O pior é que, além disso, ainda havia o fato de eu precisava ir até a nossa fazenda abandonada para ver a situação do lugar.<br />
Bom, não quero recordar e muito menos descrever o sentimento de rever a casa dos meus pais e da minha juventude aos pedaços e cheia de mato encobrindo tudo&#8230; Naquela época a propriedade também era valorizada, mas não da mesma forma de hoje, tanto que muitos lugares eram deixados aos ratos. Por causa disso, ao acordar em 2005 uma das primeiras notícias que recebi é de que o lugar havia sido tomado. Sem contar que atualmente ele foi ocupado por vários prédios, com várias centenas de pessoas e forma parte de um dos bairros da cidade.<br />
Apesar de tudo isso, uma das partes importantes daquele momento foi uma inesperada descoberta. Fora algo que certamente bagunçou meus sonhos na hibernação e inclusive acabou ocasionando os meus pensamentos atuais.<br />
Era inverno, eu precisava me alimentar e decidi sair do hotelzinho que eu estava, indo a busca de algum possível doador. Estava muito frio, acho que a temperatura estava próxima dos 5 graus e isso dificultaria muito minha incursão. Lembro que o sol havia dado lugar a lua a pouco mais de duas horas, então devíamos estar próximos das 8 horas.<br />
Passei pela praça XV e nos bares alguns poucos indivíduos, torravam seus Cruzeiros em alguma bebida alcoólica que pudesse lhes aquecer. Além deles, algumas pessoas ainda circulavam, provavelmente indo para suas casas e dentre elas uma velhinha me chamou a atenção. Sua fragilidade não seria desafio para minha força sobrenatural , então resolvi lhe seguir. Para minha sorte ela estava indo para um lugar mais afastado e inóspito. No entanto, eu estava em forma de névoa e como a percepção geral neste estado é um tanto quanto ruim, eu não vi que um ladino também se aproximava da inofensiva senhorinha.<br />
Naquele instante eu não vi apenas um ladrão atormentando uma pobre velhinha, eu me vi cometendo o mesmo crime. O que de certa forma fora um verdadeiro tapa na cara para tudo que eu estava aprontando. Fato que inclusive me fez pensar um pouco, antes de me transformar novamente em humano.<br />
E lá estávamos nós. Uma velhinha sendo roubada, um ladrão de galinhas e um vampiro sedento por sangue.  Lembro que eu ouvia muito bem as batidas aceleradas do coração do bandidinho, ele estava eufórico e isso só piorou quando eu surgi com as presas afloradas em sua frente. Diante da situação eu resolvi lhe atacar por primeiro, evitando assim possíveis problemas.<br />
Todavia, naquele momento enquanto eu jantava a primeira vítima, eu não percebi que a velhinha havia ficado estática, apenas observando a minha selvageria. A fome era tanta que eu ignorei a contagem e consumi tudo o que pude daquele meliante. Depois larguei seu corpo ao chão, próximo a algumas rochas e me virei para a velhinha. Ela nitidamente aguardava minha reação, quando vi suas bolsas de frutas e de dinheiro caídas ao chão.<br />
Confesso que nesses momentos é extremamente difícil conter o meu companheiro demônio, mas as imagens iniciais da mulher sendo roubada voltaram a minha cabeça. Alguma coisa dentro de mim me dizia para poupar sua vida e em meio aquele instante inusitado, eu apenas recolhi seus pertences e lhe entreguei.<br />
Ela ainda estava estática, mas pegou com força suas bolsas. Depois disso eu já me virava para ir embora, quando tive um insight. “Hei, ela me viu matando, não posso deixar ela viva”. No entanto, antes de esbouçar alguma reação ela me disse baixinho e trêmula:<br />
- O-bri-ga-do&#8230;<br />
Aquilo havia destruído minha reação, eu fiquei por alguns segundos apenas lhe observando. Até que enfim resolvi lhe dizer:<br />
- A senhora viu que eu o assassinei?<br />
Depois de ouvir minha voz ela então se acalmou um pouco e me respondeu:<br />
- Fique tranquilo meu filho, ele já havia me roubado outras duas vezes, eu sempre falava com a polícia, mas ele era preso por um tempo e depois voltava a nos assustar. Fique tranquilo, que vou dizer que fui eu mesma que o matei.<br />
Tudo aquilo era bom de mais para ser verdade e sabe quando tu não acreditas, no que está acontecendo? Eu fiquei por mais um tempo digerindo as coisas, até que lhe agradeci e tratei de voltar rápido para o hotel.<br />
Na noite seguinte eu soube que a tal senhora havia assumido o crime, porém fora liberada em seguida, pois os policiais não acreditaram que ela havia cometido tal crime, ainda mais contra um bandido recorrente. No fim eu me alimentei, não precisei ocultar o cadáver e ainda havia tido uma experiência estranha, apenas por ter matado um criminoso.<br />
Passei por tempos diferentes depois daquilo, por algumas vezes eu tentei praticar a tal justiça com as próprias mãos, no entanto, eu ainda não estava bem. Foi quando em março de 61 eu finalmente optei por hibernar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desconhecido</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 17:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto enviado pela Gabriella. Desconhecido Naquele dia eu estava exausta do trabalho árduo no plantão da noite no hospital. Quando saí fui para a cafeteria para esquecer que havia perdido um paciente naquela noite. Sentei-me e logo percebi que havia um homem com jaqueta de couro preta, pele branca e olhos claros sentado distante de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto enviado pela Gabriella.</p>
<p><strong>Desconhecido</strong></p>
<p>Naquele dia eu estava exausta do trabalho árduo no plantão da noite no hospital.<br />
Quando saí fui para a cafeteria para esquecer que havia perdido um paciente naquela<br />
noite. Sentei-me e logo percebi que havia um homem com jaqueta de couro preta, pele<br />
branca e olhos claros sentado distante de mim, éramos apenas nós dois daquela<br />
madrugada fria. Ficamos trocando olhares por um longo tempo. Levantei e fui em<br />
direção ao balcão pagar pelo meu café e ao sair e não resisti e dei mais uma olhada para<br />
aquele estranho sentado ali.</p>
<p>Quando estava chegando perto da minha casa, percebi um homem em pé perto<br />
da minha porta, hesitei por um instante, mas continuei caminhando. Parei na sua frente e<br />
o seu olhar penetrou nos meus olhos e passou pelo meu corpo como um arrepio que<br />
misturava medo, ansiedade e excitação. Sua mão fria tocou o meu rosto e eu não resisti<br />
aquele olhar. Nós nos beijamos e eu o convidei para entrar, ele não dizia nada, nenhuma<br />
palavra, mas não era preciso eu sabia exatamente o que ele estava pensando.</p>
<p>Passamos aquela noite juntos, uma noite de amor que eu nunca havia vivido com<br />
ninguém daquela forma. Estava exausta, mal podia me mexer quando ele sussurrou no<br />
meu ouvido com aquela voz rouca e firme. – Não sinta medo. – Eu não entendi a<br />
princípio o que ele queria dizer até eu sentir seus dentes cravados no meu ombro. Eu<br />
podia sentir o meu sangue saindo do meu corpo, todos os sentimentos existentes<br />
passavam por mim, menos medo.</p>
<p>Quando acordei com o sol pegando no meu rosto, logo me lembrei do que havia<br />
acontecido, procurei por ele no quarto, mas não havia ninguém. Aquele homem<br />
desconhecido que me fizera viver uma noite inesquecível. Seria verdade ou apenas<br />
sonho? Logo chequei meu ombro e lá estava das marcas daquela noite.</p>
<p>Na mesa da cozinha havia uma rosa vermelha com um bilhete que dizia: -<br />
Obrigada pela noite! – Não dizia mais nada, não havia nome, nem telefone. Depois de<br />
tudo o que aconteceu eu nunca mais o vi, mas dentro de mim, todos os dias, eu esperava<br />
encontrá-lo novamente.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Meu amante sombrio</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 21:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fan Art]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto enviado pela Maria Lorelai Duarte (Lola) Meu Amante Sombrio É ele que todas as noites vem em meus aposentos para me dar um êxtase de prazer. Suas presas arranhando minha jugular, me deixa mais afoita para lhe ter eternamente&#8230; Deitados na cama, sinto sua pele fria junto á minha e meu coração acelera a cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto enviado pela Maria Lorelai Duarte (Lola)</p>
<p><strong>Meu Amante Sombrio</strong></p>
<p>É ele que todas as noites vem em meus aposentos para me dar um êxtase de prazer.<br />
Suas presas arranhando minha jugular, me deixa mais afoita para lhe ter eternamente&#8230;<br />
Deitados na cama, sinto sua pele fria junto á minha e meu coração acelera a cada minuto.<br />
Lutar pra quê, você me domina de tal forma que não sei como explicar. Serei sua presa enquanto viver&#8230;<br />
Espero ansiosa para que o dia acabe, e você chegando sussurrando doces palavras ao meu ouvido, chegando com essa sedução diabólica que só você tem.<br />
Seu toque&#8230;<br />
Seu olhar&#8230;<br />
Seu sorriso&#8230;<br />
Sua mordida&#8230; Me levam á loucura.<br />
Serei um sacrifício dado à você, tenha a certeza que te amarei eternamente, ou até quando minha pobre vida mortal suportar&#8230;<br />
Me prometa que sempre estará comigo, aonde quer que eu vá&#8230;<br />
Odeio nossas despedidas antes do nascer do sol, ás vezes penso que não voltarás.<br />
Você é o meu primeiro pensamento do dia, é pra você meu primeiro beijo, meu primeiro sorriso.<br />
Já não consigo dormir á noite só pra lhe dar a atenção que necessita, te quero todas as noites&#8230;<br />
Eu só respiro você, estarei aqui lhe esperando. Só você é meu bem e meu mal.<br />
Pois você será sempre&#8230; Meu Amante Sombrio.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amar&#8230; Será?</title>
		<link>http://www.vampir.com.br/2012/04/25/amar-sera/</link>
		<comments>http://www.vampir.com.br/2012/04/25/amar-sera/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 12:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fan Art]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[questionamento]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Texte enviado pela Marie Claire. Amar&#8230; Será? Quantos já tentaram descrevê-lo, quantos já viveram por ele e quantos por ele já morreram. Quanta paz ele nos traz e em quanto desespero pode transformá-la. Quantas batalhas ele provoca dentro de nós, quantas vezes faz a razão e a emoção tornarem-se inimigas mortais. Quantas sensações nos faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texte enviado pela Marie Claire.</p>
<p><strong>Amar&#8230; Será?</strong></p>
<p>Quantos já tentaram descrevê-lo, quantos já viveram por ele e quantos por ele já morreram.</p>
<p>Quanta paz ele nos traz e em quanto desespero pode transformá-la.</p>
<p>Quantas batalhas ele provoca dentro de nós, quantas vezes faz a razão e a emoção tornarem-se inimigas mortais.</p>
<p>Quantas sensações nos faz experimentar, a quantos belos lugares é capaz de nos levar.</p>
<p>Como é sutil e cruel, quantas vezes nos leva ao céu e quantas mais nos lança ao inferno.</p>
<p>Quantas vezes nos mostra o brilho sol e quando menos esperamos nos atira em meio a mais tenebrosa tempestade.</p>
<p>É a cura para todo o mal, mas não deixa de ser letal.</p>
<p>E o que dizer da profusão de sentimentos que o acompanha? Desejo, felicidade, ciúmes, ira&#8230;</p>
<p>Será então mau esse tal amor? De forma alguma! É uma dádiva!</p>
<p>Tantos questionamentos atormentam minh’alma mas somente por um pequeno detalhe que deixei de mencionar.</p>
<p>Trata-se de mais um sentimento, porém é o impede de me entregar.</p>
<p>Seu nome?</p>
<p>Medo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tentar</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 14:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto enviado pelo José Pereira&#8230; Tentar  Existem certos momentos em nossa vida que precisamos rever alguns conceitos, alguns atos e principalmente atitudes em vão. Há momentos que precisamos dar uma chance a nós mesmos e o principal, TENTAR, tentar fazer com que os erros sejam futuramente uma lição de aprendizado para você e cada dificuldade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto enviado pelo José Pereira&#8230;</p>
<div><strong>Tentar </strong></div>
<div></div>
<div>Existem certos momentos em nossa vida que precisamos rever alguns conceitos, alguns atos e principalmente atitudes em vão.</div>
<div>Há momentos que precisamos dar uma chance a nós mesmos e o principal, TENTAR, tentar fazer com que os erros sejam futuramente uma lição de aprendizado para você e cada dificuldade se torne uma lição fazendo-te assim uma pessoa melhor. Mas o importante é tentar e recomeçar&#8230; Nada melhor do que tentar ser feliz custe o que custar, nada melhor do que se libertar de coisas que te fazem mal e se apegar no que te faz bem, no que te faz feliz.</div>
<div>Afinal, o que seria a vida se não tivesse suas barreiras !? O que seria a vida se fosse tudo tão fácil ? A vida assim seria tão sem graça, tão sem nexo que chega uma hora que a dificuldade te faz importar mais com as pequenas coisas da vida. TENTE sim, mas tente sem medo de errar, porque o erro te faz mudar! Viva cada dia intensamente e de forma diferente, tente e siga em frente.</div>
<div>Porque o melhor da vida é fazer valer a pena!</div>
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		<title>Adoro receber presentes</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 18:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava eu em meio a uma mega insônia, quando fui agraciado pelo presente da Fernanda. Vejam que legal&#8230; Adorei mesmo Fefa, se meu coração ainda batesse ele estaria acelerado nesse momento rsss]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu em meio a uma mega insônia, quando fui agraciado pelo presente da Fernanda.<br />
Vejam que legal&#8230; Adorei mesmo Fefa, se meu coração ainda batesse ele estaria acelerado nesse momento rsss</p>
<p><a href="http://www.vampir.com.br/arq/wp-content/uploads/2012/04/536072_423917960971631_100000602934751_1501571_973835604_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2570" title="Presente" src="http://www.vampir.com.br/arq/wp-content/uploads/2012/04/536072_423917960971631_100000602934751_1501571_973835604_n-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
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		<title>Três corações</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 00:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(w) Ferdinand Wulffdert di Vittore</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Histórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje escreverei meus relatos de uma forma diferente. Vamos ver se vocês apreciam este estilo mais impessoal, em terceira pessoa e sobre a noite de ontem. Ferdinand se preparou para sair da mesma forma de sempre. Verificou os dois pentes sobressalentes de suas ponto 50, habitualmente totalmente carregados, com uma bala de prata intercalada com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje escreverei meus relatos de uma forma diferente. Vamos ver se vocês apreciam este estilo mais impessoal, em terceira pessoa e sobre a noite de ontem.</p>
<p>Ferdinand se preparou para sair da mesma forma de sempre. Verificou os dois pentes sobressalentes de suas ponto 50, habitualmente totalmente carregados, com uma bala de prata intercalada com uma de chumbo. Vestiu uma calça jeans, amarrou o all star vermelho e procurou por uma camiseta qualquer em seu armário. Depois arrumou devidamente o coldre nas suas costas e por cima de tudo, ainda trajou a sua jaqueta de couro preta, feita sob medida por um velho amigo Wairwulf.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que o Wampir aguardava a sua HD esquentar na garagem, Stephanie arrumava a sua filhinha na cadeirinha do banco de trás, do carro que fora emprestado por Eleonor.  A ideia da morena era simples, ir a um dos shoppings da cidade e passear um pouco. Porém, o que ambos não esperavam é que a suas noites não seriam tão simples.</p>
<p>Moto na estrada e acelerando um pouco mais que o normal. A sensação de vento fazendo forte pressão contra seu corpo, sempre fora uma das mais apreciadas pelo notívago ser. Sem rumo, mas na certeza de que precisaria se alimentar, ele dirigia até o centro da cidade, quando fora fechado por um carro, que simplesmente saiu do acostamento sem sinalizar. O habilidoso motoqueiro jogou rapidamente sua moto para a esquerda, depois para a direita e com muita manha reestabeleceu a direção de forma ágil. Todavia, a indignação foi tanta que ele resolveu reduzir um pouco a velocidade, ficando ao lado do carro e quando estava para xingar o motorista, percebeu que era uma senhorinha muito idosa. Fato que o conteve e que ainda por cima lhe fez rir de tal situação.</p>
<p>Sthephanie estava um pouco estressada, sua filha estava num momento de teimosia e a saída de casa não foi das melhores. Em sua cabeça algumas voltas no shopping e quem sabe algumas roupas novas lhe faria muito bem. Ainda mais depois que Eleonor, sua atual tutora, disse que iria a encontra por lá para lhe dar algumas dicas. Ela nunca havia dirigido sozinha por aquela região, mas resolveu depositar todas as suas esperanças no moderno GPS instalado no painel do carro. A estrada em meio a floretas não era das mais fáceis, porém Stephanie nunca teve problemas com direção e dentro de 20 minutos no máximo ela deveria chegar a uma das principais avenidas da cidade.</p>
<p>Depois de levar um breve susto, Ferdiand conseguiu estacionar a sua moto em um lugar próximo ao pub que ele decidiu ir. A fome já estava lhe agoniando, tanto que nem percebeu que havia esquecido seus documentos em uma das carteiras em casa. Na entrada do lugar, o segurança lhe entregou um cartão, porém outro só permitiria sua entrada caso ele apresenta-se algum documento. O Wampir tentou de tudo inclusive suborno e por mais incrível que pareça nem assim conseguiu entrar em tal lugar. “Que noite” pensou ele e já que precisava se alimentar resolveu dar mais umas voltas pela cidade em busca de alguma alma perdida.  Até que em determinado momento resolveu ligar para um amigo, que de imediato lhe passou o endereço do depósito de sangue mais próximo.</p>
<p>O carro de câmbio automático e de motor potente conquistou rapidamente a confiança de Stephanie. Oitenta, cem, cento e ciquenta&#8230; Rádio ligado bem alto e provavelmente tocando algum samba, seu som predileto. A perícia disse que não foram encontradas freadas, o que indica que ela provavelmente não viu a curva. Todos os airbags estouraram, várias capotagens e a 10 km de casa. Acabara naquele momento três décadas de vida, recheadas de confrontos que na maioria das vezes eram próprios e relacionados à sua falta de amor próprio. Acabara junto quatro anos de vida e que praticamente nem havia começado para aquele pequeno ser.</p>
<p>No instante do acidente Ferdianad estacionava sua moto e ao tirar o capacete, foi acometido por uma sensação estranha, uma espécie de calafrio. Algo que lhe fizera voltar um pouco a si, em meio os devaneios de seu companheiro demonico, como ele prefere chamar. Todavia, ele precisava se alimentar, concentrou-se novamente e entrou naquela espelunca. Logo na entrada três prostitutas lhe ofereceram um programa a R$50,00 a hora. Ele as ignorou como se não tivesse visto e foi direto ao balcão. A senha era “carne fresca” e ao pronunciá-la em claro e bom o tom o homem muito magro lhe apontou uma porta. Porta adentro e depois de dois corredores uma menina com pouco mais de 18 anos e muito magrinha disse ao lhe ver: “R$2000,00 e tudo que você quiser”.</p>
<p>Ao ouvir tais palavras o Wampir ignorou seus procedimentos de segurança, tomou a garota no colo e chutou uma porta que estava entreaberta a sua frente. Dentro do lugar ele bateu a porta novamente para fechá-la e com a garota contra a parede tomou seu sangue. Ferdinand estava possuído por seu lado mais nefasto, o sangue da jovem que vinha direto de sua jugular, entrava por suas entranhas e lhe extasiava.  Ele não controlou o tempo, ele não se conteve, ele apenas se alimentou como um coiote extremamente selvagem faria com sua pobre vítima.</p>
<p>Numa única noite três corações haviam parado de bater por causa daquele jovem Wampir.  Alguns trocados foram dados em troca do silêncio do barman e ele voltava para casa, quando sente o celular vibrando no bolso de seu jeans. Ele reduz um pouco a velocidade, olha no display quem lhe chamava e ao perceber que era sua irmã Eleonor, resolve parar para atendê-la. Foi no acostamento de uma BR que ele recebeu a notícia e aquele arrepio que o acometera, agora lhe fazia todo o sentido. Aquelas palavras haviam tocando fundo em sua alma e o ressentimento lhe viera a cabeça. Talvez a lua em escorpião seja a sua maior punição, porém o que foi visto é que o sentimento de culpa tomou conta da cabeça daquele eterno jovem de 25 anos.</p>
<p>Mais uma vez ele enfrentava de frente a crise que já o atormentava nos últimos sete meses. No entanto, alguns minutos sentado a beira do asfalto ao lado de sua moto, ele se lembrou de sua real situação. “Eu sou um Wampir, eu sou um predador e a morte não deve me abalar”. E no fundo de suas ideias o que acabou lhe confortando, fora o fato de que pelo menos dois daqueles três corações, haviam na verdade pedido por tal fim.</p>
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