Lobos Guará e o gene da fúria!

Dando continuidade aos estudos sobre a doença dos peludos, fui até os cânions perto da cidade de torres -RS. Na verdade juntei o útil ao agradável, pois fazia tempo que eu queria passar a virada de ano tomando banhos de cachoeira em meio a selva intacta.
Mas falando de negócios, este estudo que comentei acima consiste em uma pesquisa iniciada por meu tio em 1892, que tem por objetivo a identificação de uma espécie de “cura” para a doença dos lupinos. Ao que tudo indica todos os humanos estão aptos a se tornarem estas bestas, desde que tenham esse gene ativado. Por isso minha busca incessante por estes demônios.
Depois de contatar alguns nativos Guará (lobos selvagens da região) fiquei feliz ao saber que a raça não possui membros infectados. A matilha também teve pouco contato com seres humanos e vive naquela região a mais de 200 anos. Seu porte é menor se comparados aos populares lobos da América do norte, mas sua fúria é similar. Minhas andanças pelo sul do Brasil estão confirmando portanto a teoria de que o Sul da América está livre deste mal.
Sobretudo acalmem-se, é difícil ter o gene dos peludos ser ativado, para que isso ocorra a pessoas precisa ter algum familiar em sua linha de sangue com essa ativação ou ser mordido, arranhado ou ter mantido relações sexuais sem proteção com algum “ativado”. Como existem poucos ativados no mundo, a situação é tranqüila, por enquanto…
Em todos os casos cuide-se! A menos que você seja uma bruxa aquele “gatinho” inofensivo pode sugar teu sangue ou te deixar com raiva e peluda…

Ferdinand W. di Vittore

Nascido em 1827, foi transformado em vampiro com 25 anos em 1852, enquanto ainda vivia na pequena cidade de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, Santa Catarina – Brasil. Criou este site em 2008 com o objetivo de divulgar as ideias do seu clã, instituição fraternal em que ele, seu mestre e alguns amigos mais chegados pertencem. Além disso ele também publica aqui e no vampir.com.br histórias do seu cotidiano. Está quase sempre bem humorado e nos últimos anos possui um projeto chamado “Os escolhidos” em parceria com Hector. No qual eles “ajudam” a polícia e a sociedade na resolução de crimes hediondos. Ferdinand também ocupa suas noites com a escrita e recentemente publicou um livro com suas memórias: http://my.w.tt/UiNb/gz325qd62s

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