Tag: traição

  • Lilian à Reunião – Pt4

    Lilian à Reunião – Pt4

    Eu devo estar tendo algum tipo de alucinação muito doida, ou todo esse quebra cabeça não fazia o menor sentido…. Sabe aquela sensação em que parece que você viveu dentro de uma ilusão por muitos anos? Ou talvez por quase toda tua vida? Eu estava assim, me sentindo completamente sem chão, queria correr dali, mas não era a melhor opção, ainda tinha que resolver toda esta trama, dar fim nisto tudo.

    Eu precisava sentar, pensar, precisava de conselhos, mas de alguém de fora, que entendesse este sentimento de abandono, de tristeza e que mesmo assim continuou caminhando. Peguei meu celular e fui para longe da casa, perto do rio com boa recepção de sinal, procurei na agenda e lá estava ele, o único que poderia ter uma visão melhor de cada detalhe podre desta história, “Alô?”, ” Só escuta, sabe que sou eu Fê…”, “Lili? o que foi magrela, tudo bem? Diz ai…”, ” Cara, você já teve a sensação que sua vida foi virada do avesso, sem ao menos te avisarem?”, ” Claro ne, várias vezes. Tantas que nem me lembro de todas… Mas diz ai em que problemas te meteu?”, ” A minha vida acabou de tomar um rumo confuso e triste, que não sei o que fazer… resolvi te ligar pra ouvir a voz de alguém que não seja do meu clã, que não esteja nesta merda toda.”, ” Lili, cara, desenrola ai! O que aconteceu contigo?”, ” Eu estou bem, fisicamente, mas meu emocional está um lixo… Eu descobri que o cara que eu amei décadas, traiu minha confiança, me usou como uma arma de vingança e agora tô aqui, tentando pôr os pingos nos i’s e o máximo que eu consigo é perambular por estas noites sem muitas soluções…”, “Tá então o Trevor te fudeu em alguma missão?”, ” O que eu consigo dizer por hora é que eu me senti usada e nunca fui apta a perceber isso… Por que ele é tão bom em ser dissimulado, que me iludiu por décadas a fio…”, ” Magrela, eu não sei em que tipo de missão tais, mas o que eu posso te falar é pra tentar não agir com impulso! Sabes bem que na maior parte do tempo tu age impulsivamente, tipo eu, mas desta vez tenta ponderar!”, ” Eu sei, não vou fazer… Eu só preciso ficar sozinha um pouco, abstrair saca?”, ” Sei sim… Olha, tens meu apoio e sabe bem disso, se precisar me liga e desabafa ao invés de sair por ai tacando fogo em tudo que cruzar teu caminho. Vai por mim, aja com sabedoria!”, ” Pode deixar Fê, vou me lembrar disso, muito obrigada pelo conselho…”, ” Precisando me chama, sabes que meu clã pode te dar apoio total caso precise de algo, aliás, quando estiver por perto me liga que marcamos algum “rolê”. Força ai, beijão!”, “Obrigada, beijos!”.

    Apesar de eu ter me aproximado de Ferdinand a pouco tempo, eu sei que sempre posso contar com ele e vice versa, era bom ouvir o que ele tinha para falar, me dava de alguma forma, uma luz no fim do túnel.

    Voltei para a casa do lago e quando me aproximei, vi que haviam quatro motos e a presença de mais cinco vampiros no lugar, contando com o Daniel. Ao entrar pela porta minha reação não foi a das melhores, ali na minha antiga sala, sentavam-se Daniel, Michael, Ana Li, Matsuya e ele, Trevor… Dois dias haviam se passado desde que havia falado com ele, 48 malditas horas e aqui ele estava, minha vontade era de voar no pescoço dele e arrancar um pedaço e deixar uma lembrança, mas ao invés disso me lembrei do conselho do Ferdinand e apenas entrei com aquela famosa cara de poucos amigos, fui na direção de Trevor, ninguém moveu um músculo para impedir minha passagem. Fiquei frente a frente com ele, apenas o olhei por alguns segundos e então criei coragem e falei tudo que eu tinha engasgado no peito ” Sabe eu poderia até chegar a desconfiar do Daniel, mas nunca de você! O pior de tudo é que eu te amei, amei tanto a ponto de ficar cega… Mas parece que esse é um dom que eu tenho, afinal não é o primeiro vampiro a enganar todos meus sentimentos, não é mesmo?”, “Lili amor eu vim aqui…”, ” Eu realmente não quero saber o por que veio aqui! Pedir desculpas agora não vai lhe levar há lugar algum! Agora me transformar com o único intuito de destruir o Pierre para depois usufruir de todo dinheiro que seria seu por direito, afinal vocês eram sócios, enganaram a mim e quase toda a Ordem, não é mesmo Michael? Quando eu digo quase!?”, ” Você sabe que sempre te protegemos!”, ” De quem Trevor? Da sua ganância? Do teu orgulho? Do teu ego que vale mais que o sentimento de todos que estão a sua volta? De quem?” , “Mana, se acalma!”, ” Eu nunca estive tão calma Dani! Pode apostar nisso! Sabe o que vai acontecer Trevor? eu vou acabar o que eu vim fazer aqui! Vou matar teu sócio que você manteve escondido todo este tempo, você vai ter toda esta fortuna! Pode ficar tranquilo!”, “Não é apenas sobre a grana Lili, eu fiz isto por você!”, “Não fez, pode apostar que não, deixou minha mãe as margens de um assassino! Deixou que ele me levasse, para depois sair de herói! É aqui que esse filme acaba e você não vai ser nada além de uma nuvem que passou por mim!” , ” Lili volta aqui!”, ” Você não me dá mais ordens capitão!”

    Segui até minha moto e sai dali, segui em direção ao meu destino, como diz a canção:

    “Come join the murder
    Come fly with black
    We’ll give you freedom
    From the human trap
    Come join the murder
    Soar on my wings
    You’ll touch the hand of God”

    Come join the murder – The white buffalo

  • Fui traído! E agora? – Final

    Fui traído! E agora? – Final

    Diante as revelações feitas por Franz, que foi a fundo na mente de Débora, ficou claro o que ela havia feito…

    Era uma noite fria e típica de junho no hemisfério sul. Débora se despediu e desligou rapidamente o Skype. Alegou que estava com muito sono e precisava descansar para acordar cedo no dia seguinte e fazer o que eu havia lhe pedido. Porém, aquilo foi uma mentira para se livrar de mim e ir para uma reunião importante com outro acionista da empresa.

    Ela havia se arrumado mais do que o normal, estava altamente sexy de saia curta, blusinha decotada, óculos, salto alto e uma liga preta estilizada por cima de sua pele macia e roseada. Os pensamentos eram nítidos em sua cabeça:

    “Preciso impressioná-los a ponto de que confiem em mim, dessa forma vou conseguir tudo o que quero.”

    15 minutos de taxi e lá estava ela entrando num restaurando badalado da cidade. Muito frequentado por empresários, figurões e até mesmo artistas da cidade. A hostess lhe indicou com facilidade a mesa onde havia três homens muito bem trajados, no qual ela mesma já havia avistado com sua visão aguçada de ghoul. Respirou fundo, ajeitou a sainha e o decote antes de cumprimentá-los.

    A mesa ela percebeu rapidamente que um deles estava cobiçando seu corpo, foram muitos os olhares para seus seu voluptuoso, tanto que os negócios renderam rapidamente.

    – Não vejo problemas em conseguir o que me pediu ainda mais se todos concordarem com o custo de seis zeros…

    Dois deles se entreolharam e consentiram para o terceiro, que desprendeu mais uma bela secada no decote da loira e falou para os demais.

    – Pois bem senhores agora que nos acordamos eu preciso definir alguns detalhes com a senhorita Débora.

    Impreterivelmente os dois homens se retiraram, momento no qual Deb percebeu de relance que o homem a sua frente despejou algo em seu copo. Ela sabia que o home a sua frente desejava o seu corpo, mas sedá-la para conseguir isso seria o cúmulo da idiotice? – Disse a si mesma.

    – Viu o que eu coloquei em teu copo? Isso serve para romper o que tens com teu “cliente”. Basta um gole e o laço será rompido. – Disse o homem, que agora havia mudado seu olhar para algo sombrio e diferente do tarado de antes.

    Débora relembrou dos últimos dias que passou comigo, ponderou por alguns instantes e fingiu que havia bebido. Voltou seu olhar para o homem e lhe disse:

    – Pronto! Agora confias em mim?

    – Sim, venha. Vamos tratar dos reais negócios pelo qual lhe procurei.

    Eles saíram do restaurante, entraram numa limusine onde ela percebeu algo de sobrenatural e andaram pela cidade por mais alguns minutos. No caminho o homem lhe confidenciou sua relação com magia e que queria vingança de mim. Pois, eu havia acabado com sua irmã, a maldita bruxa que matou meu estimado irmão Joseph: http://wp.me/p3vcNH-sQ

    Na sequencia daquela noite ela chegou a se lembrar de nosso laço, porém havia sido corrompida por promessas, falácias e aquilo que ela mais queria em sua vida eu havia lhe negado ao escolher Pepe: O maldito do poder.

    Naquela mesma noite ela foi para o refugio do tal mago e lhe proporcionou tudo o que uma puta cobraria em ouro para fazer. Ao amanhecer ela confidenciou sua real intenção de desfazer nosso laço e sem perceber foi sentenciada a ser a cadelinha daquele infeliz…

    – Nem todos merecem uma segunda chance! Ferdinand ela é toda tua…

    Dois passo a frente e arranquei sua cabeça naquele mesmo lugar. Espalhei seu sangue podre por toda a sala e nos presentes. Franz sorriu, Becky se concentrou e Pepe passou a língua nos lábios.

    – Peçam para algum Ghoul limpar isso. A próxima cabeça que vai rolar é a daquele filho da puta…

    Transformei-me em lobo e passei dois dias e uma noite meditando na floresta da fazenda.

  • Fui traído! E agora? – pt5

    Fui traído! E agora? – pt5

    Era mais ou menos duas da manhã quando ouvi barulho de carro. Na sequencia um dos funcionários da fazenda veio ao meu encontro dizendo que o “doutor Franz” havia retornado junto de muitas mulheres.

    – Uai, hoje a festa vai ser boa patrão!

    – Nem me fala Alcides, hoje a noite vai ser longa! Aliás, avise o pessoal para preparar os cavalos que hoje vamos para a casa do mato.

    – Sim sinhô!

    Franz estava ao volante, Pepe ao seu lado na frente da caminhonete e no banco de trás estavam Becky e a maldita loira safada. Ela estava visivelmente abalada, seu rosto trazia alguns hematomas e cicatrizes, o que indicava que ela resistiu o quanto pôde. Eu estava tão ansioso, que nem quis saber de como eles haviam a capturado. Porém, fiz questão de fazer uma social e dei boas vindas a todos antes de dar inicio aos trabalhos daquela noite.

    – Becky e Pepe levem essa puta lá para a sala e nos aguardem. Preciso trocar algumas ideias com meu irmão.

    Franz havia me pedido um minuto de conversa longe das outras por telepatia. Apesar de seu jeito chucro e às vezes irresponsável, ele é mais velho e sua opinião é muito importante nos negócios do clã.

    – Maninho, ela estava junto de outros cinco caras. Estavam bem armados e aparentemente eram mercenários contratados para protegê-la. Foi bacana ver as cabeças rolando e alguns tentando fugir pelas janelas da casinha de subúrbio.

    – Não deixaram provas ne?

    – Obvio, que não. Não sobrevivi quase 500 anos fazendo besteira. Bom, o que eu quero dizer é que vasculhei a cabeça dela e descobri quem foram os mandantes. Como, já havíamos descoberto eram aqueles dois da tal […].

    – Relaxa que o Hector e o Eliot vão dar um fim adequado para eles.

    – Sim sim sim, só que eu queria te falar da loira. Eu percebi lendo a cabeças dela que se arrependeu de uma forma bem sincera.

    – Tais de brincadeira ne?

    – Não, pior que não. Ela é muito gostosa para ser sacrificada…

    Interrompi-o abruptamente com uma gargalhada alta e que provavelmente foi ouvida de dentro de casa.

    – Sabes que eu sempre sigo aquela teoria do general Sun Tzu, no sentido de que vale a pena eliminar um soldado em prol da obediência dos demais. Tem muita gente nova no clã e que precisa sentir uma liderança forte vinda de mim.

    – Eu sei, eu sei, eu sei… Foi só uma opinião. As vezes eu acho que tu és o próprio filho do barão e não apenas um parente distante… Enfim, faça o que achar melhor.

    – Tá vamos para dentro que já são duas e poucos e até chegarmos a casa do mato…

    Nesse momento foi Franz que me interrompeu.

    – Casa do mato e hoje? Ah para irmão, vamos amanhã então. As garotas e eu estamos cansados.

    – Franz, ela vai ficar mais uma noite conosco. Não quero ver as garotas ou tu se apegando mais com aquela puta! Vai ser rápido, prometo!

    – Ok, mas tu vais ficar me devendo uma boa depois dessa maninho.

    Apesar de nossa breve discussão Franz acolheu minha ideia e entramos na casa grande. As garotas estava sentadas no sofá, mudas e com olhar fixo para saber o que iriamos fazer. Deb estava cabisbaixa, seu olhar não subia além de meus joelhos e provavelmente não conseguiria me olhar nos olhos, mesmo que eu lhe obrigasse. Diante disso, comuniquei o que iriamos fazer.

    – Vocês querem trocar de roupa ou colocar algo mais confortável? Vamos pegar os cavalos e fazer uma trilha de uns 30 minutos mata adentro. Franz, provavelmente irá na forma de lobo e eu vou levar essa desgraçada noutro cavalo.

    – Tem que ser hoje? – Perguntou Becky.

    – Sim e se não tiveres nenhum motivo relevante, gostaria que fossemos hoje mesmo para lá.

    – Ok ok, sem problemas Fê.

    Pepe decidiu que trocaria de roupas e Becky decidiu fazer o mesmo. Franz foi preparar uma mochila para que eu levasse suas roupas e eu fiquei na sala com a infeliz. Evitei ao máximo qualquer contato direto com ela, mas fui surpreendido por um choroso, delicado e sincero:

    – Desculpa Fê!

    Assim como um pai que vê sua filha fazendo cara de choro e arrependida por algo de errado que tenha feito, eu fiquei calado por alguns segundos.  Decidi que não lhe proferiria nenhum pio, mas ela começou a chorar baixinho, até o ponto que começou a soluçar e se ajoelhou aos meus pés pedindo piedade de sua alma. Naquele momento eu ainda tinha muita vontade de lhe dizer algo do tipo “além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”, mas ponderei. Relembrei de quantas “merdas” eu já havia feito mundo afora e do quanto Georg foi Benevolente.

    Mas ela, o que ela havia feito era diferente, ela havia jogado informações confidenciais, inclusive de meu clã, para espiões industriais. Ela era uma Ghoul e não deveria ter feito isso, eu pensava comigo. Foi quando Franz voltou a sala, viu a cena patética e disse com ar de desdém:

    – Ah então agora tu se arrepende?  Fomos baleados, tivemos de matar inocentes para conseguir informações tuas e agora isso. Tenha o favor… Ferdinand se quiser arranco a cabeça dela aqui mesmo e agora…

    – Calma Franz, estou pensando no que tu me disse antes, a opinião de Deb não conta em nada agora. Será que poderias fazer mais uma “leitura” para mim?

    Falei para ele por telepatia: “Descubra quem pediu as informações, veja como que o meu laço de sangue com ela foi rompido e veja se ela realmente pode ter uma segunda chance conosco”.

    Franz foi até a loira, que ainda soluçava e chorava feito uma criança e olhou fixamente para seus olhos. Fitou-os por algum tempo e até que ela parou de chorar. A esta altura da noite Pepe e Becky já haviam retornado para a sala e impacientemente aguardamos o relatório de Franz. Quando finalmente depois de alguns instantes ele se virou para nós e disse:

    – Nem todos merecem uma segunda chance…

  • Fui traído! E agora? – pt1

    Fui traído! E agora? – pt1

    Tivemos muitas conversas, tive inclusive de refazer diversas das minhas contas, verifiquei muitos vídeos de segurança, até chegar a conclusão de que o inferno realmente estes cheio de indivíduos com boas intenções. Relutei muito. Larguei de lado os ensinamentos de meu mestre e até mesmo Carlos, meu amigo lobisomem,  consultou os espíritos sobre o que ocorreu: Débora, minha ex-assistente pessoal estava fazendo espionagem industrial conosco.

    Não posso entrar em detalhes sobre as cousas que ela nos roubou, mas precisei invocar uma legítima “caçada de sangue”, com o objetivo de por fim aos planos da infeliz e de quem mais estivesse envolvido com ela. Eu sabia que não seria algo fácil, porém havia alguém em minha cabeça que poderia dar a devida atenção ao ocorrido: Pepe!

    Os mais atentos as nossas histórias perguntarão: Ferdinand, Sendo ela uma Ghoul ela não deveria fazer tudo o que tu mandar? Sim e não mancebo. Há uma forte ligação entre o vampiro e aquele que recebe o seu sangue, no entanto, este laço é diferente daquele entre dois vampiros. É um laço muito fácil de romper, ainda mais tendo em vista os envolvidos nesta operação, um grupo de desavisados, que “compraram” Deb e certamente não sabem que eu sou o que sou.

    Tão logo Pepe controlou sua sede, tratei de colocá-la a par das cousas que Sebastian estava fazendo e uma delas era monitorar os “negócios da família”. Em especial uma das fábricas em que ainda temos controle direto, pois as demais já possuem capital aberto e demandam pouco acompanhamento diário. No meu livro eu falo um pouco mais desse meu lado empreendedor e empresário, mas por hora vamos à ação, afinal esse papo de negócios não tem a ver com o que vocês gostam de ler por aqui.

    Durante a minha investigação tivemos a chegada da senhorita Becky e Franz decidiu voltar ao ambiente urbano. Portanto, vocês já sabem vai atrás da loira traíra e seus comparsas? Optei por oferecer o comando da missão a Franz e julguei que a participação de Becky seria uma boa forma de comprovar sua lealdade. Além disso, vocês sabem muito bem que meus assistentes fazem muito mais que monitorar ações em sites, então Pepe teria uma oportunidade boa para por seus dons físicos em ação.

    Essa seria uma missão interessante para os “escolhidos”, mas Hector e Eliot estão envolvidos em uma determinada investigação e eu ainda não me recuperei por completo depois da transformação de Pepe. Portanto, me restou ficar como apoio e na torcida para que me trouxessem a loira ainda viva. Afinal, qual a graça de apenas aniquilar uma traidora, sem ao menos olhar em seus olhos e ver sua maldita vida se esvaindo? Posso estar andando muito com o Hector ou tendo muitas influências do Doutor em meus pensamentos, mas que fique claro. Ninguém sacaneia os negócios da minha família e sai ileso!