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Recomeço – pt I

“Todos viemos ao mundo da mesma forma, todos vamos embora para a mesma merda de buraco, de um jeito ou de outro.” By Lilian King. Engraçado como as coisas são, como o tempo cura quase tudo e como o nosso corpo e a nossa mente consegue acatar mudanças… Hoje eu levo uma vida completamente fora do normal, para vocês claro! Eu as vezes acordo e nem percebo o quanto da humanidade eu já deixei para trás e o quanto dos sentimentos já deixei de sentir. Tenho poucos apegos mundanos, talvez... Continue lendo

Boemia e vampiros na década de 40

Sei que já faz algum tempo que não falo de minhas tantas histórias do passado, mas hoje eu vou contar sobre algo que ocorreu comigo no Brasil antes de eu hibernar. A data como sempre é algo que está em alguma esquina oculta de minha memória, apesar disso, provavelmente foi na década de 40. A cidade foi o Rio de Janeiro, local no qual eu não tive muita tranquilidade e que foi decisivo na minha ideia de dormir por alguns anos. Pois bem, era uma época ímpar, a época do... Continue lendo

Poema de Rainer Maria Rilke

Estava revendo alguns livros velhos e achei este poema de Rainer, um dos maiores poetas da alemanha. Como a minha idéia neste blog é tentar me aproximar do mundo humano, segue abaixo um trexo que representa um pouco do meu mundo misturado ao de vocês… Como hei-de segurar a minha alma para que não toque na tua? Como hei-de elevá-la acima de ti, até outras coisas? Ah, como gostaria de levá-la até um sítio perdido na escuridão até um lugar estranho e silencioso que não se agita, quando o teu... Continue lendo

Livros e materiais sobre vampiros

Livros e materiais sobre vampiros

É com dificuldade que escrevo este post, fazia tempo que eu não batia de frente com um peludo. Maldita besta… Estávamos tranquilos la no bar como sempre, até que apareceram dois sujeitos mal encarados, um deles fareja como se fosse um cachorro e com isso a galera já ficou de olho. Eu que até então estava no banheiro, chupando um sanguinho nem tinha percebido a movimentação. Ao sair do banheiro uma cadeira voa em mim e por reflexo tentei para-la com minha mão, e não é que a desgraçada quebra... Continue lendo