Tag: sexo

  • Torturas, sexo com vampiros. Pt5

    Torturas, sexo com vampiros. Pt5

    Depois que descarreguei o stress naquele belo rabo empinado, resolvi dar uma recompensa a loirinha e lhe dei algumas gotas do meu sangue. Por que eu queria ver além de tudo como seria o comportamento dela, depois que a afeição consanguínea começasse a agir. Então, posicionei minha modelo no enquadramento que me foi possível e inicie os trabalhos de verdade.

    Splashhhh – Fez o som da primeira chibatada que lhe dei nas costas, seguido por um profundo e sofrido “Unghhhh”de dor. Aquilo foi lindo meu irmão, tanto que me empolguei perdendo as contas de quantas vezes açoitei aquele rabo magro e suas coxas finas. Só parei quando o couro da chibata se rompeu e da mesma forma que a pele daquela puta, espirrando sangue podre para tudo o quanto é lado.

    Como bom artista que sou, tive de interagir mais com minha obra e para ajudá-la em sua regeneração lhe dei vários goles de suco de rato. Chegou até a babar de tanta fome… Pobre bichinho, mal sabia do bom tempo que eu havia reservado para elas.

    Alicate nas mãos e havia chegado o momento da punição tradicional. Nhoc! nhac! nhec! Mais uma vez… Nhoc! nhac! nhec! Pronto, mais duas presas para minha coleção e nesse momento ela chorou feito uma criança banguela. Até mesmo a gostosa que estava lá meio sonolenta da surra se comoveu com alguns gemidos, mas ficou quietinha como eu havia ordenado, garota esperta.

    Até aquele momento nós já havíamos brincado um pouco, mas eu precisava decidir com qual ficaria. Então, joguei alguns baldes de água fria na magrelinha e quando aparentemente já estava regenerada a larguei na cama e a amarrei ao melhor estilo bondage. Meti até cansar! Apesar de magrelinha, acreditas que o cuzinho era melhor que o da outra? Bem mais apertadinha…

    Algum tempo depois eu senti a presença de Frederick, que veio direto para o nosso ateliê e se chocou, mas manteve a sua elegância à francesa. – Seu bárbaro! Quantas vezes preciso lhes dizer, que não há necessidade destas ferramentas arcaicas. Veja aqui o estrago na boca desta, Olhe ali aquela outra, dedos quebrados e regenerados tortos… Bizarro!

    Apesar de não ser a favor dos métodos dele e achar os meus muito mais justos (na pior das hipóteses eu ficaria com aquela que fudesse melhor). Resolvi deixar meus bichinhos descansado pensando na morte e aceitei o convite para sua apresentação no outro ateliê. Quem sabe ele me surpreenderia, não é mesmo?

    Antes de sair do lugar também dei um pouco do meu sangue para a magrelinha tagarela, que depois da foda parecia uma cadelinha no cio dando pinta de que queria mais surra.

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  • Torturas, sexo com vampiros. Pt4

    Torturas, sexo com vampiros. Pt4

    Tudo o que vocês irão ler a partir daqui me foi relatado ou escrito por meus irmãos Frederick e Hector. Confesso que até mesmo para mim foi difícil entender ou aceitar tais procedimentos, mais achei interessante compartilhar estas práticas. Afinal, muitos autores atuais as deixam de lado, apelando apenas ao romantismo exagerado que apesar de tudo também envolve os míticos vampiros.

    Relembro uma última vez: Este conto contém cenas fortes envolvendo tortura, sexo, sangue e muitas palavras de baixo calão.

    Limpamos o lugar e eu acorrentei as duas no porão, tomei os devidos cuidados para que elas ficassem bem próximas de onde as crianças estavam aprisionadas e suguei tudo o que pude de seu sangue podre. Quem sabe assim alguma consciência viesse as suas mentes, enquanto seus malditos corpos lutassem por não hibernar. Frederick, foi um pouco mais filho da puta, imobilizou o sacana aos mesmos moldes e o deixou empalado com um cabo de vassouras sem ao menos um cuspe de piedade.

    Eu fui o primeiro a retornar ao lugar e digo que todos aqueles gemidos, gritos ou pedidos por piedade só aumentavam ainda mais a vontade que tive em iniciar meus trabalhos com as duas e seus corpos nus. Antigamente quando pilhávamos e por ventura tínhamos a oportunidade de usufruir das poucas bucetas que encontrávamos em outros navios, eu era um dos primeiros. Hoje em dia os tempos mudaram e a oferta por sexo é tanta, que chego até mesmo aquelas noites de orgias desenfreadas.

    Passei numa agropecuária a caminho do lugar e levei algumas sacolas recheadas de brinquedos. Cordas, chibatas, ferros de marcação e obviamente alguns ganchos, no qual eu faria minha pequena e intima exposição de arte à trois. De cara aquela cena fúnebre, dois corpos quase cinza se contorcendo de raiva por instinto, algo que inclusive me inspirou mais ainda meu lado domador.

    – Por favor eu faço qualquer coisa mas não me mate – Disse a mais falante.

    – Fica tranquila animalzinho, a experiência de vocês por aqui será apenas uma limpeza da alma e garanto que estou até pensando em doutrinar uma de vocês.

    Então calmamente eu arrumei o lugar, fiz alguns furos no teto, preguei os ganchos e veja só, até fui piedoso e lhes dei um pouco de suco de rato. Foi lindo ver aqueles bicos do seio da mais magrela ficando durinhos hahahahah.

    “Uni duni te a escolhida foi você…” A matraca tentou usar o poder da mente comigo enquanto a pendurava, acreditas? Fui obrigado a brincar e fingi que ia soltá-la, mas quando ela juntou suas ultimas energias para correr à porta dei um tranco na corrente do pescoço e a trouxe de volta a arrasto.

    Depois que o quadro foi pendurado, tratei de posicionar a minha modelo, me ative aquelas dicas que tu me deste sobre enquadramento, lembras? Naquele momento confesso que percebi o corpão da quietinha. Loirinha, olhos grandes, tetas fartas. Tive de aproveitar um pouco e sai da rotina programada… Precisa ver como ela gemia a cada metida!

    “yo ho a pirate’s life for me”

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  • Torturas, sexo com vampiros. Pt1

    Torturas, sexo com vampiros. Pt1

    Certamente há muitas diferenças entre os seres sobrenaturais e aqueles tidos apenas por humanos. No entanto, as diferenças se anulam quando os assuntos são relacionados ao instinto animalesco, primitivo e tudo o que se relaciona a formas de poder. Certamente, muitos de vocês já leram as histórias pervertidas contadas aqui, por meus amigos Doutor ou Frederick. Hoje retomarei estas histórias e explorarei com minhas palavras um daqueles momentos ocorridos com Frederick e repleto de detalhes picantes.

    Sexta passada uma leitora enviou um e-mail picante e me inspirou a contar tais “procedimentos” profanos. Importante: Caso tenha estômago fraco ou não goste dos temas: sexo, sangue, pedofilia e torturas, não recomendo ir além destas linhas, no qual falarei nos próximos 7 contos.

    Tudo começou em meados deste ano quando investigávamos uma rede de pedofilia envolvendo vampiros, humanos e Ghouls. Participaram desta operação alguns policiais, Frederick, Hector e eu. O lugar se perdeu em alguma casa de campo no interior do Brasil e atualmente o caso se encontra encerrado na policia federal.

    Noite de lua cheia, tudo muito claro e, portanto foi difícil fazer uma incursão surpresa ao local. Tivemos de nos adaptar e a melhor forma foi se passar por clientes do local, aliás, era extremamente fácil ter acesso ao mercado negro de crianças e adolescentes deles. Havia inclusive um grupo no falecido Orkut que promovia a pedofilia e o tal comercio de escravos sexuais.

    Uma policial mulher foi à escolhida para ser nossa chamariz e possível cliente para uma menina de 13 anos e dita virgem pelos mercadores. Nosso foco seria a aproximação e eventual captura das lideranças. Sabíamos apenas de duas pessoas, no qual havíamos trocado e-mails e ligações, no entanto eram mais que suficientes por inicio.

    Frederick e Hector fariam a aproximação pelos fundos do local, uma casa grande daquelas que certamente havia sido sede de alguma fazenda escravista no século passado. Eu faria suporte como segurança ou acompanhante da policial. A equipe com os outros policiais ficaria a espreita a distância e ouvindo tudo pelo rádio oculto na roupa da detetive.

    Passamos a porteira com a caminhonete alugada, nos dirigimos para a entrada, onde alguns seguranças faziam a ronda do lugar e até o momento nenhum vampiro ou quaisquer outros perigos maiores a nossa espreita. Logo na recepção fomos recebidos por uma garota jovem com pouco mais de 20 anos e estava na cara que ela era uma Ghoul. Pele pálida, emanando  uma energia fraca, mas vampiresca.

    Tentei por diversas vezes sinalizar isso a detetive, mas não tive oportunidade. A garota nos levou por diversos cômodos e corredores e à medida que passávamos os vários níveis surgia mais alguém a nos acompanhar. Por fim chegamos a uma sala de jantar onde fomos surpreendidos pela presença de um casal de vampiros e seus quase dez Ghouls.

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  • Ménage no pub

    Ménage no pub

    Acordo, tomo um belo banho quente, que inclusive me lembra por alguns instantes como era ter calor em minha pele e atrevo-me a ir em um pub. Noite fria de domingo com poucas pessoas na rua, porém nesta onde fica um dos pubs que tenho em sociedade com o Franz sempre há movimento. Estaciono a “BM” próximo do lugar e antes de chegar já sinto a presença de ao menos dois de nós, sendo um deles Franz.

    E para minha alegria lá estavam Franz e H2. O ex-mercenário, havia voltado a dois dias de um treinamento que meu irmão, seu mestre, havia lhe proposto. Então nada melhor que um pub para “brindar” a volta do “grandão”. Na verdade o pub era uma desculpa para uma bela jogatina de poker, que temos em algumas mesas nos fundos do lugar.

    Cinco ou seis mesas depois eu não estava me dando bem então resolvi sair um pouco para o salão/balcão. Quem frequenta pub sabe vai concordar comigo que um dos melhores lugares é no balcão, principalmente se tu fores igual a mim que é “amigo” do barman/gerente. O Sr. K. como o chamamos é um dos nossos Ghouls e apesar disso é uma bela companhia para um bom bate-papo.

    Entre gargalhadas, vaga uma banqueta ao meu lado e para minha sorte nela senta-se uma moreninha. Cabelos longos soltos, óculos de grau destes grandes Ray-Ban que estão na moda, batom vermelho, saia e um casaquinho que escondia por baixo uma bela blusa decotada. Um pint de Londom Pride, por favor – Disse ela depois de se acomodar na banqueta e de visivelmente me dar uma “secada”, antes de se concentrar em seu iPhone com capa de k7…

    Como naquela noite eu não estava para o jogo, tentei então o velho trocadilho do amor. Usei minha visão aguçada e disfarçando entre um comentário e outro com o Sr. K., percebi que ela falava sobre três na cama com algum tipo de amigo ou afair. Foi então que me aproveitando do tempo em que ela esperava resposta no Whatsapp, que eu comentei com minha voz rouca de sacana próximo do ouvido dela: Esse balcão é um belo lugar para um ménage!

    Então em poucos segundos em uma bela sequência de acontecimentos, ela se inclinou um pouco para o lado à medida que me olhava um pouco surpresa e com um sorrisinho sacana estampado na face. Porém no mesmo instante que ia me responder qualquer cousa o celular bipa em suas mãos e ela me ignora, concentrando-se no que havia recebido. Obviamente eu tinha planejado aquilo e lancei na sequencia: “Ainda mais se for com anões fantasiados estilo branca de neve…”.

    Novamente numa sequência rápida ela solta uma gargalhada, larga o celular na mesa e me fala: “Cara acho que tais vendo muito o Pânico na Band, todo programa eles sacaneiam aqueles anões coitadinhos…” E por mais que tenha sido sincero dizendo que não assistia a tal programa, ela não acreditou, mas começamos ali uma bela conversa. Como sempre fala o Franz: ”Fazer a garota/mulher rir no inicio de uma paquera abre muitas portas”.

    Tendo em vista minha recente solteirice (sim a Julie resolveu sumir novamente) começar a flertar é uma boa pedida, ainda mais que eu estava com fome. Noite adentro, rimos bastante, afinal fazer uma garota de vinte e poucos rir é muito fácil. Todavia, em certo momento Franz e H2 apareceram e cortaram um pouco do meu “barato”. Por vezes o Franz consegue ser bem inconveniente com suas brincadeiras de irmão mais velho, mas nada que eu não consiga contornar.

    Bom, resumindo um pouco a história, contei para a garota que o pub era nosso e isso fez ela ficar até que o Sr. K. fechasse as portas e nos deixasse mais a vontade perto das 2:30 da madrugada. Por sorte era apenas eu que estava com fome e depois de alguns pints não foi difícil realizar a vontade da garota. Casacos para um lado, sapatos para outro, calcinha, balcão… Brincamos um pouco, mas principalmente fiz o que eu queria naquela noite, desenferrujei meus galanteios e me alimentei. Franz também brincou com nossa refeição e na sequencia fez aquela tradicional limpeza de memória, no qual ele domina muito.

    H2 teve mais um belo aprendizado, Franz saciou suas vontades animais, a garota realizou seus desejos profanos e eu acalmei meu demônio. Sabem aquela história que eu sempre conto, que prefiro o sangue de bandidos? Isso nem sempre é verdade…

  • Carnaval, amor e surpresas

    Carnaval, amor e surpresas

    Ao contrário de meus irmãos, que preferiram os festejos brasileiros deste carnaval, eu por outro lado resolvi descansar em algum lugar junto de minha doce Julie. Como vocês já estão cansados de ouvir de mim, esta cousa de que vampiros vivem sempre sugando sangue, torturando, investigando ou afins, está longe de ser nossa realidade. Porém, às vezes um simples passeio pode trazer boas surpresas.

    Sexta-feira, pouco mais de 21 horas, o carro já estava carregado e eu estava fechando a porta da garagem, quando o telefone tocou. Número privado e depois de alguns instantes sem ninguém falar nada, eu ia desligar, quando ouço uma respiração forte do outro lado… Mais alguns instantes da respiração funda e seca em meio aos meus “alôs”, até que finalmente a linha cai. Aquilo me pareceu muito estranho, não do tipo que assusta, mas sim do tipo que nos faz imaginar um milhão de cousas. Todavia, como ninguém retornou depois de 10 minutos, arrumei o restante da bagagem e fui ao encontro de Julie.

    Durante o caminho pedi a Julie que enviasse algumas mensagens ao restante do clã e por hora todos estavam bem. A viagem durou mais ou menos 3 horas, foi tranquila e pouco depois da meia noite chegamos ao nosso destino: uma casinha no alto de um morro, em meio a uma bela e escura floresta virgem e vizinha de alguns cânions e rios.

    Adoro fazer este tipo de viagem, principalmente pelo fato de que ali seriamos apenas nós dois e o casal de caseiros. Estes que graças a um tipo de feitiço, aquele que eu aprendi com a Beth, ficariam dormindo ao menos uns dois dias e noites seguidos

    Então logo na primeira noite, depois de fazer o feitiço nos casal de caseiros, eu aproveitei para esticar um pouco as pernas na forma de lobo. O que também serviria no sentido de analise e verificação das proximidades e seus possíveis habitantes. Este passeio durou pouco mais de uma hora e a exceção de alguns gatos ou cachorros do mato, estávamos enfim sós.

    Ao voltar para casa: suado e nu. Deparei-me com Julie sentada à varanda, trajando apenas uma pequenina lingerie e fazendo aquela cena que todo macho adora apreciar: uma bela fêmea passando cremes por todo o copo. Não sei se foi a aproximação com meu demônio, enquanto passeava na forma animal, ou se foi algum feromônio liberado pelos cremes de Julie, mas eu a ataquei…

    Calma leitora, ela “curtiu” meu ataque… Sorrateiro, como um bom caçador noturno eu surgi do nada, levantei-a e apertei contra a parede. Ela sentiu minha pegada, roçou seus lábios carnudos e macios em minha barba rala e me escalou. Suas fortes coxas seguraram com força minha cintura e aquele imensurável tesão aumentava a cada pegada mais forte. Intenso, profano, um só copo, uma única alma…

    Nosso carnaval iniciava da melhor forma, porém meu sono matinal fora interrompido por alguns passos do lado de fora da casa. Abri os olhos e enquanto entendia o que se passava percebi um andar arrastado e pesado. Sim, havia também a sensação de que algum Licantropo estava por perto, mas ao mesmo tempo havia algo familiar em tal indivíduo. Obviamente eu não poderia sair, pois o sol estava forte, mas por sorte aqueles passos duraram apenas alguns segundos, fazendo-me inclusive pensar na hipótese de sonhos ou pesadelos.

    Na noite do dia seguinte comentei o ocorrido com Julie ambos fizemos buscas na região, porém nenhum vestígio de pegada ou da presença de “outros”. Nesta noite depois do passeio tomamos um belo banho juntos e tratei de por em dia algumas leituras que estavam atrasadas. Julie também leu um pouco, mas acabou  trocando os livros pela prática e fez um ou dois rituais que a há tempos queria praticar longe da civilização.

    Nestes locais a magia fica mais forte, conseguimos uma ligação maior com os espíritos antigos e tudo que for relacionado à ritualística é favorecido. Nesta noite e na próxima fizemos praticamente as mesmas cousas, até que novamente na manhã de segunda eu acordo no mesmo horário com os mesmos barulhos. Desta vez os passos e a sensação pareciam mais nítidos, porém novamente duram poucos segundos.

    Passei aquela manhã me enrolando na cama e a tarde desisti do sono e escrevi um pouco. À noite logo depois que o sol se pôs e antes que Julie acordasse, eu resolvi sair sozinho pela região. Deixei um bilhete na mesa da cozinha e sai. Ao abrir a porta sou surpreendido por um objeto interessante e próximo da cadeira de balanço na varanda. Era uma caixa quadrada provavelmente de madeira e revestida em couro preto, com detalhes em metal.

    Não senti nenhum tipo de perigo vindo daquele objeto, mas ao abri-lo desabei sobre meus joelhos… Muitos pensamentos vieram a minha cabeça, porém havia naquele simples objeto uma lembrança inesquecível… Minha família mortal…

  • Vampiros e a sedução

    Vampiros e a sedução

    Já falamos por diversas vezes neste site sobre como os vampiros seduzem suas vítimas, aliás, nas últimas noites quem tem acompanhado os nossos perfis do Twitter, certamente percebeu um pouco mais disso e quase que em tempo real. Confesso, que apesar de meu irmão Franz me incentivar às festas e tudo mais que andamos fazendo, nossa não vida está longe de ser apenas festa. Sempre há a preocupação com os inimigos, com o sol e principalmente com a alimentação.
    Quero que vocês entendam que a grande maioria de nós não é atrativa aos humanos, como é mostrado em alguns filmes de Hollywood, ou seja, não é por que eu vou aparecer em tua frente que tu vai te apaixonar. O buraco é mais embaixo, como dizem. Eu mesmo já fui objeto de exemplo de muitos de meus contos com relação a isso e confesso que invejo alguns Wampir como Eleonor, Franz e Georg que dominam grande parte dos poderes mentais. Eu por outro lado tenho meus atributos físicos melhorados e sou obrigado a resolver tudo com as velhas lábia e manha.
    Hoje não contarei histórias, ao contrário, deixarei este post aberto à discussão de vocês.

    O que te atrai minha deliciosa leitora?

    O que te faz suspirar e até mesmo ficar afoita por um belo exemplar de macho?

  • O efeito das drogas nos vampiros

    O efeito das drogas nos vampiros

    Ontem fiz algo que realmente não gosto muito, mas como vocês sempre insistem eu resolvi dar uma passadinha pelo MSN. Fiquei on-line das 22 as 23 horas e entre muitos papos interessantes alguém me pediu para falar sobre drogas e a relação disso com o mundo dos vampiros.

    Como é de praxe vou retomar uma velha história, de uma época primordial em minha não-vida no Rio de Janeiro de 1962, um pouco antes de eu resolver hibernar.

    Lá estava eu em meio a década de sessenta, ao contrário do que muitos pensam sobre os anos 70 ser o alge das libertinagens, os anos sessenta também foram muito “safadinhos“. No Rio, muitas meninas já utilizavam os biquínis pequenos, minissaia, o carnaval já era a maior festa do ano, as favelas já eram grandes. Enfim, tudo o que existe hoje por lá, já existia nos anos 60 também inclusive as drogas e o tráfico.

    Como vocês já sabem nessa época eu tive um affaire com minha meia irmã Eleonor, nada muito sério, na verdade se fosse hoje em dia seria algo comum: sexo eventual e festinhas a dois, três e assim por diante…

    Estávamos em uma festa particular, um figurão da época resolveu comprar um veleiro e queria mostrar aos amigos. Gente rica, bebida e drogas a todo vapor. Enfim, um ótimo lugar para conhecer pessoas importantes e de quebra arranjar uns bons pescoços.

    Eleonor e eu cegamos juntos, mas na entrada nos separamos. Sempre que um vampiro caça é melhor o faze-lo sozinho. Afinal duas pessoas diferenciadas podem chamar muita atenção juntos. Cabe aqui inclusive uma dica: se quiser ser notado, ande com pessoas que sejam diferentes de você.

    Para mulher é tudo sempre mais fácil e antes que eu pudesse desprender os olhos dela já vi um senhores literalmente babando pela morena de olhos verdes. Eu já precisei fitar a festa inteira antes de produzir qualquer ação. Por sorte sempre nas festas dos ricaços sempre tem uma mulher tida como rebelde e que fica a mercê de caras diferentes, tal qual eu, meus olhos azuis e minha pinta de galã europeu… Modesto também…

    Aproximei-me da fulana e logo cara falo aquela clássica frase:

    – Sozinha também?

    Ela obviamente não me deu bola, mas ai entra aquela velha estratégia de se parecer atraente e atiçar a curiosidade da garota:

    – Lá em New York estas festas costumam ser mais animadas…

    Se existe uma coisa que ainda atiça as mulheres do Brasil até hoje são os caras que tem experiências no exterior. Não, estou certo meninas?

    Papo vai e vem, consegui levar a garota para um canto e trocamos algumas carícias. Eleonor também estava em algum lugar com um cidadão aleatório e em certo momento nos vimos e conseguimos combinar de irmos para algum lugar digamos mais reservado.

    O cara velho de bigode amarelado pelo charuto, que Eleonor havia achado, possuía motorista e nos levou para sua casa. Uma bela casa em Ipanema, construída próxima e quase que na mesma época do antigo castelinho do cônsul sueco Jansson. Lá chegando fomos recepcionados por uma senhora bem velhinha que devia ser a copeira ou algo do gênero.

    – Dona Valentina, hoje quero total privacidade com meus amigos e a senhora pode tirar folga.

    Fiquei pensando comigo o que uma velhinha como a pobre coitada da Dona Valentina fazia quando tinha folga, mas tive os pensamentos interrompidos quando minha companhia subiu correndo em um dos sofás e nos brindou com Streep tease modesto. Sinceramente os anos 60 foram muito depravados e hoje ver as pessoas reclamando de mulheres dançando funk de shortinho chega a ser ridículo.

    Enfim, aproveitando o ensejo Eleonor se aproximou da garota desinibida e lhe deu alguns beijos… Logo depois o senhorzinho se empolgou e foi para cima das duas. Eu a principio fiquei de voyer, pois não estava tão empolgado para sexo, deixei eles la “brincando“ e para minha sorte ou azar o cara inventou de usar algumas coisinhas para apimentar a situação.

    O velho foi até o escritório e na volta trouxe uma trouxinha de cocaína. Enquanto as duas garotas estavam entretidas no sofá ele esparramou o pó branco sobre a mesa e com uma nota novinha de 5 Cruzeiros fez um rolinho no qual utilizou para inalar a droga.

    Depois de duas tragadas uma em cada narina ele me ofereceu um pouco e como já estou morto resolvi experimentar. Tentei estimular meus pulmões o processo leva alguns instantes até consegui infla-los novamente e aspirei um pouco… Obviamente não obtive nenhum resultado a não ser o de  expelir tudo de volta depois de dois espirros, ou seja, algo nojento e dolorido. Não adianta nem comida nem nada dura em nossos organismos além de sangue ou talvez um pouco de água pura.

    A garota vendo a cena riu de mim, largou Eleonor no sofá e deu uma boa tragada no que ainda restava do pó.

    O velho já estava bem “doido” quando Eleonor se aproximou por de trás de sua cadeira e abocanhou sua jugular. Por sempre mordemos a jugular? Ele á a mais cheia de sangue, ou seja, a mais saborosa.

    Já que eu não estava afim de sexo, também parti para cima da garota. Mas como tinha tempo, afinal ela estava em uma viagem insólita com o seu inconsciente, eu fui aos poucos. Mordisquei seu pulso, depois lambi para cicatrizar. Fiz o mesmo com outras partes de se corpo e por fim perdi um pouco o senso de realidade. Fui pego de surpresa pela maldita droga que veio junto do seu sangue. Sim querida leitora, entrei também na “viagem“ insólita no qual havia zombado.

    Como descrever a situação? Pensamentos aleatórios vinham a minha mente, lembrei-me de situações no qual lutava, lembrei-me de ver o mundo com um ar meio diferente e distorcido, foram muito os sentimentos, que inclusive quase provocaram a morte daquela pobre alma safadinha no qual eu trocava caricias e breves mordidas.

    Por sorte a viajem não durou muito e alguns minutos mais tarde tudo voltou ao normal, a não ser pelo fato de Eleonor ter se passado com o senhor e o levado ao óbito…

    No dia seguinte, alguns boatos na cidade falavam de um empresário que fez uma festinha particular com a filha de um figurão e que morreu por overdose. Muitos inclusive disseram que a menina lhe matou fazendo sexo e por falar nela, foi mandada para estudar na Europa.

    Depois da viajem eu estava mais do que propenso a retirar-me daquele lugar e futuramente hibernar por algum tempo…

     

  • Menaje atroa na década de 20

    Menaje atroa na década de 20

    Sempre me perguntam sobre o lado sexual dos vampiros, sobre como mantemos nossas relações sexuais, ou como funcionam nossos órgãos sexuais. Tal qual sempre digo, somos humanos normais nesse sentido com a exceção de que não podemos nos reproduzir, ou seja, explicando de uma forma clara: um vampiro não pode fecundar mulheres e uma vampira não pode gerar um bebe. A menos que ocorra algo através de magia ou com alterações genéticas, como se ouve falar muito atualmente.

    Esses dias lembrei-me de uma noite de festa no qual sai com Eleonor (minha irmã) para uma festinha (orgia). Para que fique claro Eleonor é filha do Barão, que é tio “tataravoavô” de minha falecida mãe, ou seja, parente distante mas na mesma linhagem de sangue. Deixando mais claro ainda, chamo Eleonor de irmã, por convivência da mesma forma que homens chama outros amigos de irmãos, ok?

    Pois bem vamos aos fatos daquela noite…

    Todo vampiro tido como normal depende de sangue humano para sobreviver, esse sangue nos proporciona toda a energia que nos mantém mortos-vivos e precisa ser reposto de tempos em tempos. Não vem ao caso o porquê da necessidade desse líquido precioso, mas é fato que se desprovidos dele entramos primariamente em um estado de fúria, que pode proporcionar um sono quase eterno. Por que essa explicação? Sei lá, volta e meia me pergunto algo e vou respondendo como posso.

    Em uma bela noite de primavera acordei com fome, a década era a de 20, o ano não lembro e a cidade era a bela rio de janeiro, no entanto, o que importa mesmo é que Eleonor havia acordado da mesma forma. É fato que vampiros quando estão com fome transpiram brutalidade e sexualidade, então imagine o ambiente naquele dia. Tomei um banho, aparei a barba e quando menos espero a sinto passando suas mãos e unhas em minhas costas. Como é bom acordar assim não é mesmo?

    Entre alguns amassos e beijos, de inclusive fazer sair sangue, a convenci de ir à caça na av. Atlântica. E lá fomos-nos, eu na forma de lobo e ela como uma bela pantera negra em meio à selva fechada e com poucas trilhas que na época existiam no parque da Tijuca.

    Enquanto corria em meio às árvores eu sentia meu demônio aflorando implorando para se libertar e tomar o controle, mas agüentei o quanto pude até que chegamos próximos a Praça Bernadelli, um local que não existe mais e que era ótimo para ver ao longe o majestoso Copacabana Palace.

    Era perto das 22 quando andávamos de mãos dadas nas calçadas “petit pavet”, já em forma humana e em direção ao hotel. Nesta noite acontecia uma festa no lugar, pelo que lembro era um casamento mas isso não vem ao caso.

    Naquela época todos andavam bem vestidos e não tivemos dificuldades em dar uma de “furão” haja vista o alto poder de persuasão de Eleonor. Ok, a beleza sobrenatural da linda moça de seios fartos e lábios carnudos, bem vermelhos, ajudaram um pouco.

    É preciso informar que nesse momento o meu demônio já estava prestes a assumir e não demorou a acharmos algumas vítimas, além do que em casamentos sempre tem gente “fácinha”. Por sorte as senhoritas estavam hospedadas e nos convidaram para os seus aposentos, local onde a nossa festa começou.

    Cabe aqui recordar o fino traço das senhoritas que nos acompanhavam, uma bela descendente de irlandeses, de cabelos alaranjados como o fogo. Lindos olhos azuis, vestido verde oliva de fina seda francesa com detalhes em renda e pedrarias. Sua amiga escolhida por Eleonor, era loira, tão jovem quanto à outra e dona de um sorriso rejuvenescedor que contrastava com o azul claro e radiante de suas jóias decoradas com belas turquesas.

    Subimos pelo elevador e dentro dele iniciei meu festim. Entre toques suaves e pegadas firmes não demorou muito para que a pele clara da ruiva se estremecesse toda. Alguns beijos gélidos no pescoço dela e minhas presas afloraram… O corredor foi um caminho longo até o quarto, que foi aberto no desespero, fazendo a porta ser fechada com um grande estampido seco.

    Antes que pudesse manifestar qualquer reação humana, meu demônio sugou a pobre ruiva até que pode, terminando antes que seu sopro de vida se fosse a fazendo desmaiar em pleno tapete branco que cobria o assoalho de fina madeira. Excitado pelo jovem sangue consumido, não precisei pestanejar muito para compreender que seria aquele dia que eu aprofundaria meu relacionamento com Eleonor.

    As moças semi-nuas na cama e o forte perfume exalado pelos hormônios femininos foram o combustível motivador dos meus seguintes atos. E lá ficamos nós três envolvidos pela ardente excitação sobrenatural no mais fabuloso ménage atroa, onde três almas se tornam apenas uma. É certo que depois de alguns instantes éramos apenas dois, mas quem disse que queríamos parar?

    Quarto arrumado com as donzelas deixadas sob os lençóis e voltamos corados para casa. Esta noite havia selado algo que nos unia há muito tempo, sentimentos recolhidos que se expandiram na forma de uma grande amizade fraternal que dura até os dias de hoje.

  • Carnaval, sexo e a fome de um vampiro

    Meu pai (humano) uma vez me falou sobre o carnaval. Uma festa antiga criada pelos gregos e trazida para o Brasil em meados dos anos de 1725, ou antes, e ocorria aos moldes europeus na forma de festas de máscaras. Naquela época já se ouvia falar em rei momo, columbinas e afins, algo que hoje é esquecido, pois se tornou apenas sexo e drogas sem rock ‘n roll…

    É muito difícil esquecer-se dessa época, pois foi nela que deixei de ver o sol. Época que conheci o meu tio e uma época que me divirto e encho a pança… O carnaval é a verdadeira delícia para um vampiro muitas fantasias, muita gente bêbada e por conseqüência muitos pescoços esperando para serem mordidos.

    Acabei de acordar o dia terminou meio nublado com chuva e aproveitei para tirar mais algumas fotos. Na verdade tirei algumas durante o carnaval e já as publiquei no meu Orkut. Espero que gostem…

    Por falar em acabar de acordar novamente estou com esse gosto de guarda chuva, isso parece pior quando bebo sangue de algum pinguço. Vocês não imaginam como o hálito fica horrível quando se consome apenas sangue. Ui galego não precisavas ter dito isso… ahhh pessoal, isso é problema humano, claro que é enfatizado pelos meus hábitos alimentares, mas hoje os famosos anticépticos bucais resolvem o problema. Antigamente a coisa era difícil…

    Essa é uma das coisas que sempre tento mostrar por aqui onde nem tudo são flores, nem tudo é resolvido com um rostinho bonito e nem tudo é feliz para sempre.

    Mas voltando ao assunto do carnaval eu estive fazendo as contas e nessas 4 noites fiz 3 vitimas. Não gosto de usar essa palavra “vítima”, por que me trás um pouco de culpa, prefiro usar o termo “cortei o barato de uns vagabundos”… Não matei nenhum deles, me alimentei o máximo que pude e dei aquela clássica lambida para não deixar cicatrizes. Um possível estuprador, um trombadinha viciado em crack e um travesti ladrão, só coisinha boa…

    E o seu carnaval como foi?

  • Amor de Vampiro

    dark-secret-loveBela noite para um romance, não? Essa paixão, essa coisa que aproxima os humanos é algo pensado, filosofado e escrito por muito por ai. É algo que gerou guerras, batalhas, desavenças… também: felicidades, afetos e muitos momentos de profundo prazer e alegria.

    Não existe ser consciente que consiga viver sem se apaixonar. Este sentimento, geralmente ocorre proporcionado pela necessidade do acasalamento e sempre mexe com todo o ser. É desculpa para faltas no trabalho,  para deixar família e amigos de lado, é coisa que quando bate é pior do que magia por que a pessoa nem se toca de que está acontecendo e sendo influenciado.

    Falar de tal sentimento é fundamental para o entendimento de como a vida anda e de como os seres são influenciados nesse caminho. Um vampiro ama? Alguém pode perguntar. (mais…)

  • Sexo com vampiros?

    seios-sangue-bocaJá fazia algum tempo que eu não colocava fotos nos meus posts que contivessem sangue…

    Como isso é um lugar que fala de vampiros e é feito para vampiros o sangue então tem tudo a ver. Portanto, vai mais uma para os sanguinários de plantão. Prometo às meninas que ponho Algo para elas na próxima explanação que eu fizer.
    Por falar nisso de gêneros, ta ai uma coisa que com o tempo alguns vampiros deixam de lado. Como o sexo não é mais uma necessidade para nos, muitos se tornam bissexuais ou sei la como se pode traduzir o que é feito, eu particularmente ainda sinto muito “tesão” pelas mulheres, antes que perguntem…

    Sexo para os vampiros é diferente do que é para os humanos e para alguns outros seres. Vampiros não se reproduzem por sexo, é impossível uma mulher gerar um filho de um vampiro, somos estéreis. É uma pena pois um dos meus sonhos de humano era ver um galeguinho correndo por ai…

    Hoje está fazendo um frio do cão ali fora, e nem vou sair de casa, pois de moto o bicho pega, se alguém estiver online e quiser um papinho casual, pode me mandar email que respondo ^^

    Soft Kisses on your lips

  • Vai um pescoço ai ?

    Vai um pescoço ai ?

    Primeiro o aroma que  trás junto uma sensação de euforia, depois vem o barulho do coração, eu já consegui ouvir o pulsar, aquela correnteza passando dentro de pequenos vasos, o barulho me lembra um relógio, tic tac tic tac tic tac…

    Eu não agüento, minhas mãos ficam inquietas, aperto o polegar junto dos outros dedos, vem denovo a sensação na garganta, euforia, estase, pescoço, vida…………………………

    Respiração, desejo, estase………………

    Sempre giro minha cabeça. Sabe quando se estala os ossos do pescoço? Esse é o meu “tic nervoso” depois que minhas presas se soltam da carne fresca e viva, é como se todos os meus músculos se contorcessem, surgiu um arrepio…. nossa como foi bom… o sexo ? Não, isso não tem comparação, nada se compara ao prazer de possuir, de tocar, de sentir, de provar, de lamber…

    Quero mais, vem cá… Hummmm delícia, minha língua limpa meus lábios e o prazer se repete, resta apenas alguns segundos e novamente me controlo, a vida está em minhas mãos, quero mais, quero maissssss.

    O lado humano assume, foi-se mais uma, o que eu faço com o corpo? -Ah, ainda ta viva? Deixa ai, daqui a pouco alguém acha. Não, depois de tanto prazer e serviços não posso deixar aqui dentro do quarto. Chamei o vigia, ele chamou a ambulância. Mais uma vida salva… Será que vai se lembrar de algo? Melhor não pensar…

    Assim começou minha noite, minha empregada, a escolhida, depois de tanta vontade não resisti, ninguém mandou ela usar decote e ter a pele tão branquinha!