Tudo o que vocês irão ler a partir daqui me foi relatado ou escrito por meus irmãos Frederick e Hector. Confesso que até mesmo para mim foi difícil entender ou aceitar tais procedimentos, mais achei interessante compartilhar estas práticas. Afinal, muitos autores atuais as deixam de lado, apelando apenas ao romantismo exagerado que apesar de tudo também envolve os míticos vampiros.

Relembro uma última vez: Este conto contém cenas fortes envolvendo tortura, sexo, sangue e muitas palavras de baixo calão.

Limpamos o lugar e eu acorrentei as duas no porão, tomei os devidos cuidados para que elas ficassem bem próximas de onde as crianças estavam aprisionadas e suguei tudo o que pude de seu sangue podre. Quem sabe assim alguma consciência viesse as suas mentes, enquanto seus malditos corpos lutassem por não hibernar. Frederick, foi um pouco mais filho da puta, imobilizou o sacana aos mesmos moldes e o deixou empalado com um cabo de vassouras sem ao menos um cuspe de piedade.

Eu fui o primeiro a retornar ao lugar e digo que todos aqueles gemidos, gritos ou pedidos por piedade só aumentavam ainda mais a vontade que tive em iniciar meus trabalhos com as duas e seus corpos nus. Antigamente quando pilhávamos e por ventura tínhamos a oportunidade de usufruir das poucas bucetas que encontrávamos em outros navios, eu era um dos primeiros. Hoje em dia os tempos mudaram e a oferta por sexo é tanta, que chego até mesmo aquelas noites de orgias desenfreadas.

Passei numa agropecuária a caminho do lugar e levei algumas sacolas recheadas de brinquedos. Cordas, chibatas, ferros de marcação e obviamente alguns ganchos, no qual eu faria minha pequena e intima exposição de arte à trois. De cara aquela cena fúnebre, dois corpos quase cinza se contorcendo de raiva por instinto, algo que inclusive me inspirou mais ainda meu lado domador.

– Por favor eu faço qualquer coisa mas não me mate – Disse a mais falante.

– Fica tranquila animalzinho, a experiência de vocês por aqui será apenas uma limpeza da alma e garanto que estou até pensando em doutrinar uma de vocês.

Então calmamente eu arrumei o lugar, fiz alguns furos no teto, preguei os ganchos e veja só, até fui piedoso e lhes dei um pouco de suco de rato. Foi lindo ver aqueles bicos do seio da mais magrela ficando durinhos hahahahah.

“Uni duni te a escolhida foi você…” A matraca tentou usar o poder da mente comigo enquanto a pendurava, acreditas? Fui obrigado a brincar e fingi que ia soltá-la, mas quando ela juntou suas ultimas energias para correr à porta dei um tranco na corrente do pescoço e a trouxe de volta a arrasto.

Depois que o quadro foi pendurado, tratei de posicionar a minha modelo, me ative aquelas dicas que tu me deste sobre enquadramento, lembras? Naquele momento confesso que percebi o corpão da quietinha. Loirinha, olhos grandes, tetas fartas. Tive de aproveitar um pouco e sai da rotina programada… Precisa ver como ela gemia a cada metida!

“yo ho a pirate’s life for me”

Clique aqui para ler a parte 5.