A fazenda é um lugar distante dos grandes centros e apesar da vila que há por perto, ficaremos ainda por muito tempo afastados dos agitos dos grandes centros. Aqui temos o local de descanso dos mais antigos, alguns amigos de meu senhor, tal qual ele próprio e minha doce morena Eleonor.

Neste complexo há também alguns galpões onde guardamos toda a tralha acumulada ao longo dos anos de existência, a maioria tem valor sentimental, mas há também itens de valor, que requerem cuidados especiais como cofres e monitoramento constante.

O lugar não chega aos pés do que era nosso castelo na Alemanha, mas fornece a proteção, que necessitamos no momento atual.

Na casa principal há quartos que nos protegem do tempo com precisão, há dois escritórios, onde é possível fazer a administração dos negócios e por fim há duas casas menores onde moram nossos “criados”.

Por que detalhar tanto o lugar? Porque é onde passarei boa parte de 2017. Haja vista, algumas necessidades do clã. Principalmente neste início de ano depois que recolhemos aquela garota/mulher na última missão. Onde Sebastian cometeu uma série de erros.

Por falar em erros, todos cometemos, mas na minha posição de liderança preciso fazer com que eles não se repitam. Como vocês perceberam nos últimos relatos Franz é nosso ancião, tem liberdade total para ir, vir e falar suas bostas. Sobretudo, está correto ao cobrar de mim pulsos firmes.

Sobre o que fazer com Sebastián, eu ainda estou pensando e vou recorrer a leitura de alguns manuscritos. Por hora, todos estão “de férias” na fazenda.