Acordei hoje ao som de uma das melhores produções que já vi até o momento: “Scorpions & Berliner Philharmoniker”, obviamente com a minha música predileta “we don’t own the world” e tudo ia muito bem até eu começar a ler os meus e-mails.

Sempre vejo e-mails de leitores e respondo, sempre vejo e-mails de pessoas pedindo para virar vampiro e ignoro e sempre vejo e-mails do tipo:

“Desculpe pelo não jeito, mais vc não é um vampiro assim como diz, nos somos poucos e nunca tinha ouvido falar de um vampiro imortal, tal como nos so vivemos se bebermos sangue humano e mesmo assim podemos ser mortos, por acidente ou outras coisas, e vc com certeza não é um de nós.”

Essa citação me irrita sabem por quê? Por não ser pública. Por que esse tipo de gente não faz essas acusações em um comentário daqui? Eu adoraria discutir isso em público, mostrando a vocês e a quem mais quisesse ver as fragilidades dos vampiros como já venho fazendo. Onde certamente poderia falar também de tantos outros por ai, que se dizem vampiros, como esses malditos Psyvamps, que nada mais são do que mimadinhos que se escondem na barra da saia da mamãe quando o bicho pega.

Claro que muitas das coisas que conto aqui são fantasiosas, eu sempre digo que meu nome não é Galego e com certeza levo uma não vida bem diferente da que lhes falo… É óbvio que tenho de esconder muitas verdades. Óbvio que tenho de maneirar no sangue e nas fotos, afinal tem todo tipo de ser lendo isto aqui e não quero ser lembrado como uma doença.

Um dia quando meu livro for lançado talvez muito me entendam e é provável que tantos outros me odeiem como agora onde estou tendo prazer em falar de coisas que muito temem e abominam.

Acreditem “O poder se fortalece na fraqueza” falou alguém na bíblia cristã…

Kuss