Erzsébet Bathory. Vampira ou Psicopata?

Boa noite seres que me lêem, estava por ai conversando com meus amigos, sim um vampiro pode ter amigos, até que um deles o Philip me mostrou um artigo que havia produzido sobre a madame Erzsébet Bathory… Uma condessa “sapeca” que viveu um tempo atrás e deixou muitas lendas a e curiosidades a seu respeito:

“Erzsébet Bathory. Vampira ou Psicopata?

Erzsébet Bathory. Condessa Drácula, ou seja, lá como queiram chamá-la. Viveu onde hoje é República Eslovaca, responsável por criação de técnicas de torturas cruéis e mortes violentas, nobre até o fio de cabelo e casada com um dos mais celebres condes da época.

O número de mortos por suas mãos? Nada que não há coloque na lista das maiores assassinas da história, tente adivinhar? Não realmente você nem chegou perto, 650. Isso mesmo 650 mortes pela sua mão, leve em consideração 650 pessoas mortas, é realmente obscuro.

E para você ter uma idéia a mesma matava suas criadas, em algumas ocasiões boatos narravam que a mesma drenava o sangue de suas vitimas para poder se banhar nele depois. Cruel? Não… Nada que não a coloque junto com o seu primo no livro dos recordes por assassinatos cruéis. Isso mesmo, o Vlad tão conhecido por se tornar inspiração para o livro conde Drácula era primo de tal condessa, daí surge o nome condessa Drácula.

Daí surge à questão de quem realmente era a bela Erzsébet Bathory? Somente mais uma nobre sadista ou uma vampira? Bela realmente ela era, documentos falam da mesma como uma das mulheres mais belas da época, se era imortal? Não, morreu alguns anos depois de ser condenada a ficar trancada no seu próprio castelo sem ver a luz do sol e sem praticar suas brincadeirinhas um tanto que violentas.

Psicopata? Talvez, mais nada me leva a crer que ela fosse realmente louca, seus assassinatos foram responsáveis por seus títulos, se foi vampira ou não hoje já não importa o que ela deixou para traz foi apenas uma herança e seu ícone de maior vampira da história.

Philip”

14 Comentários

Na minha opinião, Erzsébet matou umas quantas pessoas mas daí a 650 … Penso que por Erzsébet ser uma condessa rica e bela, um nobre ambicioso a acusou de alguns crimes que não cometeu para se apoderar das suas riquezas. Quanto aos banhos de sangue, sabem como é o povo gosta sempre de transformar as suposições em realidade. Na minha teoria isso não passa de um rumor. O suposto livro com o nome de suas vítimas talvez apenas um caderno onde apontava as mortes que aconteciam no seu castelo, sei lá. Mas é só uma teoria e se alguém quiser criticar ou acrescentar alguma coisa fico sempre agradecida por aprender.

Oi Suf, quem escreveu este texto como eu disse foi meu amigo Philip, eu já havia comentado aqui antes, mas com tantas mudanças no site eu acabei perdendo os comentários. Em fim, continuo achando ela rica, safada e sapeca…

Hhahaha….Rica safada e sapeca… Lembra que eu comentei também ? É uma pena ter perdido meus comentários.. Mas repito que concordo com você !! É louca… Mas agora fiquei pensando na teoria da Suf.. O caderno da condessa…. *pensativaaa*

Cara, aqui na cidade prenderam uma mulher que matou 45 mulheres jovens e virgens….. Foi condenada de assassinato e bruxaria., tipo rituais satânicos… Ela tinha um caderno também. Mas morreu na cadeia… Me lembrei da dona Barthory aqui, 650 pessoas ! Uau… Como o mundo anda hoje..

Gente, matar 650 pessoas definitivamente não é coisa de gente normal. O mínimo de civilidade pode ser suficiente para limitar atitudes… Vampira ou não (kkkkk…) é completamente insana para mim…..

Hum,para mim ela só era uma Louca varrida que nao se conformava com a sua aparencia e que gostava de ver as criadas sofrerem.Sadismo.Ou algo do tipo.

Na Boa, Todos nós já tivemos alguma idéia do tipo. A diferença está em pensar e deixar quieto, e pensar e passar para a ação.
Xd Até porque, quem nao quis matar alguem e juntar o sangue para fazer alguma coisa com ele?

Hoho, eu tinha muito essas ideias na pré -adolescencia,hoje em dia me controlo muito mas sempre o meu querido primo me incentiva a querer matar a pessoa de verdade ‘_’