Gosto muito de caçar as sextas, pois é quando a semana termina oficialmente. Com isso, aproveito que muitas pessoas estão estressadas, loucas para liberar essa angustia interna e quase sempre acabam passando de seus limites.

Nesse sentido sexta eu estive em uma rua famosa por muitos caras desfilarem em seus cavalos motorizados e onde mulheres ricas querem se passar por vadias. Caso exista algo similar em sua cidade fique atento, pode ser que eu esteja nas redondezas, afinal adoro pessoas que desperdicem suas vidas a toa. Todavia, como ontem me alimentei é provável que eu repita tal ato em apenas duas ou três semanas.

Pois bem povo estava eu em tal rua encostado a minha moto e praticando meu hobbie predileto – observar pessoas – quando encosta ao meu lado um carro cinza conversível com duas senhoritas bem felizes e que escutavam música alta. A que estava no volante me olha de cima a baixo e comenta.

– Esperando alguém?

De inicio fiz cara de desentendido, olhei para os lados, a ignorei… Obviamente me fiz de difícil, mas depois de um tempo ela resolveu falar comigo novamente:

– Acabamos de sair de um happy de nossa empresa e vamos para uma festa. Sei que você vai achar isso estranho, mas minha amiga duvidou que eu fizesse esse convite a um desconhecido como você.

Mesmo não estando acostumado com esse mundo moderno onde as mulheres assumiram vários papeis dos homens, eu resolvi dar uma chance a senhorita desinibida. Mesmo por que eu não tinha mais absolutamente nada para fazer… Então, desencostei-me da moto e fui até o carro onde me debrucei perto delas e lhes disse:

– Na verdade eu estava esperando uma amiga, mas ela não vem mais. Onde que vocês querem me levar?

Depois que eu disse isso ela virou para a amiga deu uma risadinha e me disse “Me segue” arrancando rapidamente com o carrão. Havia muitos carros a frete delas, então tive tempo de sobra para ligar a moto, colocar o capacete e segui-las.

Andamos por várias quadras até chegarmos a uma rua repleta de bares, nessa rua percebi que elas conversavam provavelmente sobre os lugares, pois os apontavam e riam. Finalmente depois de um tempo elas resolveram parar em um estacionamento e prontamente fui junto. Um motorista levou o carro delas e eu mesmo estacionei minha moto no local apropriado. Voltei para frente do estacionamento, peguei o tiket e fui em direção a elas. Para encurtar um pouco a história, nos apresentamos, elas ficaram um pouco envergonhadas de inicio, mas depois eu consegui “quebrar o gelo”.

Entramos em uma balada e ficamos dançando juntos os três por um tempo até que a mulher da carona resolveu ir ao banheiro e isso fez com que todos fossem também. Desta vez não havia nenhum bêbado ou alguém que valesse a pena eu perseguir no banheiro masculino, então voltei para o corredor e fiquei as esperando.

Depois de alguns minutos elas voltaram, ficamos dançando, elas beberam vários drinks e eu fiquei na minha até que a “carona” disse que precisava ir, pois iria trabalhar no sábado. De inicio achei que iria rolar uma “festinha prive” nós três, mas a motorista resolveu levar sua amiga para casa. Falei para elas ficarem por mais um tempo, pois a companhia estava boa e minha insistência acabou dando certo e a motorista disse para continuarmos fazendo algo depois que ela levasse a amiga para casa.

Saímos da balada, já era umas 2 ou 3 da manhã. A motorista levou sua amiga para casa e eu fui seguindo. Depois de deixarmos a trabalhadora em casa eu fui até o carro e lá joguei um papo para cima da motorista e acabei dando uns bons beijos na fogosa senhorita. De inicio as mulheres sempre reclamam da minha pele gelada, mas depois que excitação me acomete eu até fico um pouco quente. Pena as presas afloradas… Disfarcei, beijando o pescoço dela, segurei minha fome e depois de deixa-la excitada ela disse para irmos a casa dela. Para minha sorte não tive de me preocupar com o sangue que provavelmente sujaria o elegante estofado do carro.

Já no prédio da senhorita, eu estacionei a moto na rua e subi para o seu apartamento. Por lá fomos para a cama e argumentei que podíamos tomar um banho quente antes. Ela não hesitou e foi lá na sua banheira mesmo que me alimentei… Logicamente apenas com o suficiente e nada mais.

Fiz os procedimentos de limpeza de sempre, deixei-a limpinha em sua cama e vim embora pensando: “Que bom que as mulheres são donas de suas vidas hoje em dia”. Provavelmente ela deve acordar somente amanhã, estará fraca e com um princípio de anemia. Nada grave, e em uma semana ou duas ela estará bem novamente.

Não é sempre que se tem uma segunda chance na vida, não é mesmo? Espero que ela aprenda com isso…