Olá crianças,

Continuo recebendo muitos pedidos para transformação em vampiros e simplesmente a partir de hoje vou ignorá-los ok?

Até o presente momento eu venho mostrando um pouco da vida dos vampiros e como já comentei também venho sendo alvo de ameaças. Como eu uso identidades falsas e publico no blog de lugares públicos vai ser difícil descobrirem quem é, mas em todos os casos fiquem tranqüilos que estou de olho. Leram isso vadias e peludos?

————————————————–

Bom, o papo de hoje é algo interessante e serve muito aos novos vampiros, chamados pelos anciões como eu de “crianças / neófitos” ou a quem se interessar por nosso mundo.

Falar sobre a caça ou sobre a nossa alimentação é algo que sempre me instigou, mas que hoje sinto até prazer em falar. Você já ouviu um tigre ou uma leoa ou qualquer outro predador falando sobre suas caçadas? Bom, eu já cacei varias vezes e já tive o prazer de conversar com alguns animais sobre isso (lembram que eu tenho o poder de conversar com os animais?) E apesar dos predadores serem diferentes entre si muitos aspectos são semelhantes.

A primeira coisa a ser feita é observar sua vítima. Como ela anda, suas distrações, seu porte, suas fraquezas e suas forças. Na seqüência observamos o ambiente, temos companhia? Está claro, escuro? Isso na verdade é básico mas existem alguns loucos que não se preocupam com nada e saem por ai chupando qualquer coisa.

Um vampiro de verdade não chupa qualquer coisa, pois sabe que o sangue é algo mágico, é algo que possui textura, possui um gosto diferente se a vítima está agitada ou se está calma.

Gosto de comparar com vinho, pois tem a uva, a produção, a safra e assim por diante…

“… noite de chuva, era água por todos os lados. Não dava para ver nada na frente. Encostei a moto em um beco que tinha um pequeno telhado e fiquei ali na minha esperando são Pedro dar uma trégua. Ouço ao longe passos de alguém correndo e antes de imaginar qualquer coisa se encostando a mim, surge uma loira de cabelos cacheados usando um vestido semitransparente e toda molhada. Seus seios tenros e duros, seguravam uma parte do tecido junto de uma das mãos. Sua pele macia, e rosada deixariam qualquer um louco de desejo só de olhar.

– Mas que chuva não?

– Nossa fui pega de surpresa e nem guarda-chuva tinha…

À medida que seus lábios se mexiam, o desejo de tocá-los vinha mais forte, a sensação de possessão surgia como uma necessidade. Eu nem estava com fome, mas só lembro-me de segurar seus braços e encostá-la na parede. Fiz força com minhas pernas contras as dela. Cheguei perto de seu delicado pescoço e beijei. Sim, beijei como todo vampiro que sabe utilizar as suas presas o faria. O vestido dela caiu e ela ficou ali toda molhada nos meus braços, seus lindos seios apareceram, mas ela não tinha forças para levantar o vestido…”