Quando me tornei um justiceiro

Entre 1940 e 1950 eu vivi o inferno dentro da minha cabeça. Está certo que nunca fui um cara do tipo relaxado, que consegue ligar o foda-se frequentemente, mas também não sou daqueles chatos que querem achar explicação para tudo. Durante esses 10 anos Eleonor e eu decidimos terminar nosso relacionamento, algo que já se arrastava por uns 30 anos. Tivemos algumas discussões, no qual nunca vou esquecer, onde ela me falava que eu não conseguia tirar a Suellen da cabeça. Fato que realmente nos incomodava muito, mesmo depois de tanto tempo.

Em 1950 eu ainda estava no Rio de Janeiro, vivendo aquela boemia incansável. Algo que se estendia das noites de quinta, até a noite de sábado ou domingo e em vários lugares. Eu vivia o lado mais sujo do vampirismo, matando por matar, se drogando e até mesmo roubando por diversão. Sei que isso vai ser visto por muitos como algo inimaginável vindo de mim, mas sim povo, isso é um desabafo.

Existiam muitos fatores para que eu chagasse a tal situação, digamos, parcialmente fora de controle: Nossa saída forçada da Prússia em função da guerra Franco-prussiana, o fim trágico do meu casamento, a hibernação de meu senhor e tudo o que aconteceu com minha família mortal. Nem mesmo Eleonor, Franz ou Joseph, conseguiam me ajudar. Sebastian então, perdi as contas dos rituais e das terapias que ele me oferecia. Nem Mesmo Kieran com todo o seu poder conseguiu por, digamos, juízo em minha mente.

Foi então neste contexto que eu resolvi enfrentar a velha Desterro, que naquela época já havia inclusive mudado de nome para Florianópolis. Lembro que esse nome nunca fora bem aceito pelos moradores, mas infelizmente naquela época a democracia era fraca ou inexistente e tudo gerava em torno da vontade de quem estivesse no comando político ou militar.
O que dizer então de uma Desterro que não possuía mais o meus locais prediletos. Que estava em franca expansão, mesmo durante o fim daquela conturbada era Getulista. E que se ainda não bastasse, havia extinguido toda minha geração… O pior é que, além disso, ainda havia o fato de eu precisava ir até a nossa fazenda abandonada para ver a situação do lugar.

Bom, não quero recordar e muito menos descrever o sentimento de rever a casa dos meus pais e da minha juventude aos pedaços e cheia de mato encobrindo tudo… Naquela época a propriedade também era valorizada, mas não da mesma forma de hoje, tanto que muitos lugares eram deixados aos ratos. Por causa disso, ao acordar em 2005 uma das primeiras notícias que recebi é de que o lugar havia sido tomado. Sem contar que atualmente ele foi ocupado por vários prédios, com várias centenas de pessoas e forma parte de um dos bairros da cidade.

Apesar de tudo isso, uma das partes importantes daquele momento foi uma inesperada descoberta. Fora algo que certamente bagunçou meus sonhos na hibernação e inclusive acabou ocasionando os meus pensamentos atuais.

Era inverno, eu precisava me alimentar e decidi sair do hotelzinho que eu estava, indo a busca de algum possível doador. Estava muito frio, acho que a temperatura estava próxima dos 5 graus e isso dificultaria muito minha incursão. Lembro que o sol havia dado lugar a lua a pouco mais de duas horas, então devíamos estar próximos das 8 horas.

Passei pela praça XV e nos bares alguns poucos indivíduos, torravam seus Cruzeiros em alguma bebida alcoólica que pudesse lhes aquecer. Além deles, algumas pessoas ainda circulavam, provavelmente indo para suas casas e dentre elas uma velhinha me chamou a atenção. Sua fragilidade não seria desafio para minha força sobrenatural , então resolvi lhe seguir. Para minha sorte ela estava indo para um lugar mais afastado e inóspito. No entanto, eu estava em forma de névoa e como a percepção geral neste estado é um tanto quanto ruim, eu não vi que um ladino também se aproximava da inofensiva senhorinha.

Naquele instante eu não vi apenas um ladrão atormentando uma pobre velhinha, eu me vi cometendo o mesmo crime. O que de certa forma fora um verdadeiro tapa na cara para tudo que eu estava aprontando. Fato que inclusive me fez pensar um pouco, antes de me transformar novamente em humano.
E lá estávamos nós. Uma velhinha sendo roubada, um ladrão de galinhas e um vampiro sedento por sangue. Lembro que eu ouvia muito bem as batidas aceleradas do coração do bandidinho, ele estava eufórico e isso só piorou quando eu surgi com as presas afloradas em sua frente. Diante da situação eu resolvi lhe atacar por primeiro, evitando assim possíveis problemas.

Todavia, naquele momento enquanto eu jantava a primeira vítima, eu não percebi que a velhinha havia ficado estática, apenas observando a minha selvageria. A fome era tanta que eu ignorei a contagem e consumi tudo o que pude daquele meliante. Depois larguei seu corpo ao chão, próximo a algumas rochas e me virei para a velhinha. Ela nitidamente aguardava minha reação, quando vi suas bolsas de frutas e de dinheiro caídas ao chão.

Confesso que nesses momentos é extremamente difícil conter o meu companheiro demônio, mas as imagens iniciais da mulher sendo roubada voltaram a minha cabeça. Alguma coisa dentro de mim me dizia para poupar sua vida e em meio aquele instante inusitado, eu apenas recolhi seus pertences e lhe entreguei.
Ela ainda estava estática, mas pegou com força suas bolsas. Depois disso eu já me virava para ir embora, quando tive um insight. “Hei, ela me viu matando, não posso deixar ela viva”. No entanto, antes de esbouçar alguma reação ela me disse baixinho e trêmula:

– O-bri-ga-do…

Aquilo havia destruído minha reação, eu fiquei por alguns segundos apenas lhe observando. Até que enfim resolvi lhe dizer:

– A senhora viu que eu o assassinei?

Depois de ouvir minha voz ela então se acalmou um pouco e me respondeu:

– Fique tranquilo meu filho, ele já havia me roubado outras duas vezes, eu sempre falava com a polícia, mas ele era preso por um tempo e depois voltava a nos assustar. Fique tranquilo, que vou dizer que fui eu mesma que o matei.

Tudo aquilo era bom de mais para ser verdade e sabe quando tu não acreditas, no que está acontecendo? Eu fiquei por mais um tempo digerindo as coisas, até que lhe agradeci e tratei de voltar rápido para o hotel.
Na noite seguinte eu soube que a tal senhora havia assumido o crime, porém fora liberada em seguida, pois os policiais não acreditaram que ela havia cometido tal crime, ainda mais contra um bandido recorrente. No fim eu me alimentei, não precisei ocultar o cadáver e ainda havia tido uma experiência estranha, apenas por ter matado um criminoso.

Passei por tempos diferentes depois daquilo, por algumas vezes eu tentei praticar a tal justiça com as próprias mãos, no entanto, eu ainda não estava bem. Foi quando em março de 51 eu finalmente optei por hibernar.

107 Comentários

Boa noite damas e cavalheiros.
Este texto fez-me recordar o que um grande amigo me disse certa vez:
“Sometimes to have your answers, thou shalt lose your way;
Sometimes to find thyself, thou shalt to loose thyself in first place;
Nay!
Never judge thyself by what thou art; Thou shalt consider what thou do. Thus, this will define as thou art to thyself.”

“Algumas vezes para ter suas respostas, tu deves perder o seu caminho;
Algumas vezes para se encontrar, tu deves se perder em primeiro lugar;
Não!
Nunca julgue a si mesmo pelo que tu és; Tu deves considerar o que fazes. Assim, isto irá definir-te como és para ti mesmo”.

Que bom que a vida te arrastou para outro lado…
As tuas dores eram enormes,não que justifiquem as coisas erradas,mais perder o sentido da vida ate para um vampiro pode ser dificil.que bom que você encontrou alguém de certa forma,e fez vôcê enxergar o que que vale apena nesse mundo de meu deus que a vida humana pode ser preservada do demônio que lhe aflinge.

BOM DIA À TODOS!
Todos nós temos um lado sombrio, e vindo de um vampiro, não me surpreendi, pois quando um vampiro resolve bloquear seu lado bom e libertar seu lado sombrio, só poderá ser frio, ele matará por prazer. Mas o que importa é que você superou isso e se tornou o que é hoje.
Beijos.

Olá, Bom Dia!

Feliz com o que pude ler, sempre gostei de ver o melhor nas pessoas, até mesmo quando num primeiro momento o que vemos é apenas maldade, principalmente nos dias de hoje em que assistimos a tantas coisas ruins. E nos deixa de certa forma incredulos, desacreditados, de tudo e todos. Mas com relatos como esse podemos e devemos continuar à acreditar em nós e nos que estão a nossa volta.

oi Samuel Heiderich, adorei essa frase de seu amigo … pra mim diz muito.

Sei que parecerei repetitiva meu caro Ferdinand, mas como sempre tu mais humano do que Wampir…rs.

Os acontecimentos da vida sempre vão nos derrubar, mas só cabe o nós decidirmos se vamos levantar ou ficar no chão.

Gostei da estoria, tenho que confessar que quando chegou a hora do seu demônio interior virar-se para velhinha fiquei com meu coraçãozinho batendo forte, mas é tão difícil atacar alguém que com inocência e fragilidade nos agradece não é mesmo? É bom saber quando é que você começou a desejar usar sua fome com a vontade de fazer algo de bom, mesmo que seja fazer justiça com as próprias mãos, sou contra a pena de morte, mesmo para o pior criminoso, ainda sou do tempo que aqui se faz aqui se paga, a morte transforma o criminoso em vitima, e a vitima no criminoso, mas isso é minha opinião.
Uma coisinha nada a ver com o texto, mas que venho notando é que as meninas estão bem ousadas nas fotos rsrsrsrsr

E por falar em justiceiro, me lembrei do Zorro. Um dos heróis que mais gosto…

primeiro boa noite a todos muito bom que tenhas tido esse insight eh sempre bom usar de empatia se colocar no lugar do outro isso te ajudari muito a dominar teu demonio, e eh verdade o que samuel disse belas palavras!primeiro nos perdemos para depois podermos nos encontrar…ainda bem que tiraste uma lição disso, provaste para ti mesmo que o teu lado humano ainda esta adormecido e latente dentro de ti

ursula kkkk essa foi demais minha amiga!n acho que esteja ousada não na boa mas n encaro isso de forma ruim não, eu sei que vc tb n encara fez so uma observação e eu ri pacas aki*-*

Realmente foi apenas um comentario em cima de minha observação rsrsrs, afinal as fotos assim como as conversas estão bem picantes, mas nada de maldade nelas, é de certa forma gostoso entrar num site e ver conversas animadas, pessoas descoladas trocando ideias, opiniões, sem nada de mais não é mesmo? É por isso que gosto de sempre dar uma passada por aqui e ler tanto as estorias como os comentarios, é muito bom poder rir um pouco como também sentir uma leve esperança na humanidade quando leio as estorias do senhor Galego, assim como de certa forma sentir que até mesmo alguem que se sinta longe de ser humano ainda consiga sentir sentimentos humanos tão fortes e sinceros(é o que você passa para nos senhor Galego, me desculpe se tiver errada) 🙂

Darei destaque a: “…isso é um desabafo…Confesso que nesses momentos é extremamente difícil conter o meu companheiro demônio…”. (sem ter mais o que fazer nessa madrugada, procurei pelo tal assunto e refletindo >) Conter nossos demônios, lidar com eles, verdadeiramente,é uma luta(a senhora teve sorte, um outro vamp talvez não tivesse tanta misericódia) Dar vida e poder aos nossos lados obscuros seria o mesmo que deixar de lutar contra eles? Matar por matar significaria render-se todas as vezes? Batalhar contra nossa natureza: seria a resposta a força de vontade, o jamais desistir? Continuo pensando, refletindo, ponderando.

Bon Jour a tous! Saudades de ti cara Ursula, está difícil nos encontrarmos!
Sendo bastante sincera, tenho me sentido um tanto deslocada por aqui…Preciso me adaptar.

Ferdinand, tu é um vampiro que gostas de futebol rsrs? Torces pelo Avai? Imagino que sim pelo teu comentário no Twitter e por seres catarinese.
Mas, de repente, podes também torcer pelo Fluminense ou Santos rsrs. Foram os que venceram ontem.

Que interessante Ferdinand! Adoro e futebol também! Embora minhas raízes sejam francesas, torço para o Milan. E no Brasil…sou sofredora. Adivinha? Rsrsrs

Ah, e com certeza sendo tu “manezinho da ilha”, não poderias deixar de torcer pelo Avaí,assim como o Guga rs. E olha, vocês deram um show no Figueirense que vinha tão bem no campeonato!

Tens razão Ferdinand, e como rende esse assunto! rsrsrs.
Só pra finalizar, sim Gabi, sou.

Oi Isabella, então já tive conceitos de todas as formas. Eu sou muito do tipo que prefere esperar para rir por ultimo. Justiça mesmo eu não acredito… Nesse caso da história eu não sei bem se concordo. Já tive opinião de concordar, mas é tudo tão complexo… Varia muito da situação e do dia. Acho que mesmo pra uma pessoa muito ruim a morte é o caminho mais facil e menos doloroso.

E quando eu falo que tem que pegar, amarrar e torturar, arrancar cada unha, depois arrancar cada pedaço dos dedos… E assim por diante, ainda ficam apavorados quando falo…

Quanta crueldade nesse coraçãozinho Ferdinand hehehe
Concordo com vc Isabella, morte pra mim é pouco… sou a favor da tortura hehehe Mas pra quem gosta aí é outra história 😀

BOA TARDE À TODOS!
Isabella, seu comentário sobre tortura, me fez desejar torturar alguém e até mesmo imaginar fazendo todas essas coisas.
Se seu modo de se expressar é mais de época, se expresse, gostem os outros ou não, você sentindo bem, o resto pouco importa.
Beijos.

Isabella em alguns momentos por aqui eu inevitavelmente acabo utilizando algum termo mais antigo, mas tenho tentado ao máximo me adaptar ao português atual. No entanto, seria muito bom ter contato com alguém que possa promover uma boa prosa no linguajar antigo 😉

Lola eu também não gosto, mas há certos momentos que me dou ao luxo de imaginar torturas, por raiva. Coisas que a maioria de nós seres humanos ainda não consegue conter, a parte sombria.

Olá para aqueles que não cumprimentei. Peço desculpas por talvez ter usados termos violentos, mas foi unicamente a maneira que encontrei de expressar o que havia sentido, de fato.

Isabella, é sempre bom expressar o que está sentindo, algumas pessoas não vão gostar, isto é fato, mas o que importa é que você expressou sem medo e foi direta, sem rodeios.
Tem uma frase que diz assim: Se meus pensamentos fossem revelados ao mundo, eu seria condenada à fogueira.
Esta frase tem se tornado o dilema de muitas pessoas.
Beijos.

Tortura pra mim só se for aquela tortura levezinha…pra apimentar a relação….rsrsrs

Isabella..só posso te falar que é bom…bom d+ (ñ vou falar muito senão vão ter que colocar um aviso de: proibido pra menores)…rsrsrs

Boa tarde a todos! Cara Isabella, também aprecio deveras as maneiras antigas. Quando tiveres a oportunidade de debater com Lord Frederick te sentirás em casa.

Se me permitem um comentário sobre torturas, invariavelmente o inconsciente humano é atraído por tais práticas. A curiosidade sempre é despertada pela violência.

A Curiosidade, por vezes, se torna o defeito do ser humano.

Pense e observe Isabella e verás que assim procede. Um bom e fácil exemplo são determinados noticiários especializados que tem uma audiência altíssima.

Não diria um defeito Janie, mas saber conte-lá ou dosa-lá pode ser um bem a nossa integridade física e emocional rs.

É verdade, curiosidade concerteza é um defeito…mais tem seu lado bom….

Meninas tenho que ir, trabalho. Gostaria de debater o assunto em outra oportunidade, cara Isabella.

Com toda certeza Marie, se não controlarmos essa tal curiosidade, iremos longe, rumo a coisas que não eram o nosso objetivo.

Perdoem a minha falha, acentuei contê-la e dosá-la de maneira equivocada. Tudo por conta da pressa, maldita inimiga da perfeição!

Oi querida Marie Clarie, realmente nossos horários não estão se encontrando rssrs, as vezes também me sinto deslocada nos comentários, como havia comentado antes aqui neste post sou contra a pena de morte, só não posso afirmar com clareza se sou a favor da tortura, mas de um castigo justo sim, se é que é complicado julgar e condenar alguém, deveras complicado, já que envolveria se desligar de qualquer sentimento de culpa, um tanto que se transformar em um psicopata, onde o bem e o mal são apenas palavras, por varias vezes me vejo vendo um filme e torcendo para o malvado sofrer bastante antes de morrer, ou ate nem morrer, mas viver de forma rastejante. Ah senhor Galego, eu cheguei a ler algumas estorias do Doutor e confesso que me deu um certo medo, se não fosse a estoria que eu li uma vez de um vampiro Malkavian a do Doutor me deixaria sem dormir, essas estorias de tortura me fazem lembrar das historias da época dos Maias, Incas, dos primeiros anos da perseguição romana aos cristãos, da inquisição, das guerras, as torturas da época do militarismo na America Latina, e recentemente no Oriente Médio, inacreditável como o ser humano tem criatividade para torturas, os aparelhos são bem aterrorizantes, nas mais antigas catedrais na Europa, se pode ver esses instrumentos. É de se arrepiar, bruuuuuuuuu…..
Quero poder ter outra vez a oportunidade de conversarmos e trocar comentários e opiniões Marie 🙂

É, eu prefiro os vilões, é o que faz a história ganhar sentido…

Essa história foi uma entre as melhores que se encontram aqui no blog.
Não vou dizer nada, apenas que adorei o texto!
Sr. Ferdinand, quem seria Kieran?
Já li todos os textos de teu blog e não me lembro de ter encontrado qualquer menção sobre ele(a).
Abraço!

Ciallmhar, finalmente alguém me perguntou sobre o grande mago inglês, Kieran Humphrey Cuthbert. Achei que ninguém ia perceber a primeira menção que fiz sobre ele aqui no blog… Bom, como eu já citei antes ele é um arcano, mago, magista ou alquimista. Como queiram chamar e é uma pessoa de extrema importância no primeiro livro. Digamos que lhe devo muito!!!

Fascinante. Parece ser um homem importantíssimo afinal.
Por que será que o nome Cuthbert não me é estranho. St. Cuthbert?
Por falar no livro, como está o andamento? Tem previsão para o lançamento?
E se não se importar, gostaria se saber o que tem a dizer da proposta que lhe enviei por e-mail e caso não tenha lido ainda, peço que desconsidere o que disse. 🙂
Abraço!

Boa noite caríssimo! Devo dizer que de minha parte há muita, mas muita pressa…rsrs.

De fato, todos nós estamos ansiosos. Ter Wampir nas prateleiras marcaria os bons momentos que vivemos em nosso dia-a-dia neste recinto.
Mas e então Sr. Ferdinand? Kieran teria alguma relação com St. Cuthbert? Descendente talvez? E a resposta à minha pergunta sobre o pedido que lhe enviei por e-mail?
Abraço!

Sr Ferdinand,
Creio que lutar com o nosso lado sombrio não seja fácil, e o Sr depois de tantos momentos difíceis, conseguiu superar e se tornar um justiceiro, como o diz. O que importa é que mudaste para melhor!
Até breve.

As vezes ao ler essas postagens eu acabo criando fielmente a cena.
Herr Ferdinand, fiquei confuso ! como o um vampiro teve essa lógica e confiança de um humano ao deixar suposta senhora ir embora ? Serie melhor matar ( posso esta errado ao dizer , que sentiu piedade ? ou qualquer que seja a emoção que melhor descreva seu ato), mas o ´´por que“ não vêm ao caso , mas a conclusão que há algo que parecido com a visão humana de certo e errado que os senhores seguem de certo modo .
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aguardando o livro!

Concerteza o modo da idosa apelou para o lado piedoso do Sr. Fedinand Wulfdert. Sempre lutamos contra o demônio existente em nós.

ola elizbeth como estas ? bem ferdinand o lado humano sempre se sobresai nessa hora ainda mais quando se ve uma alma pura inocente como a dessa velhinha , você a salvou em partes,porque ia correr o risco de voce tê-la atacado, mais você a salvou desse assassino,e teve piedade dela isso mostra que o lado humano em voce e forte, e que voce nao e um monstro como muitos pensam … mostra que vampiros nao são aqueles seres sem alma, sem piedade como mostram aqueles filmes…

Minha cama me chama para um sono profundo aproveitem essa madrugada de domingo pois, amanhã é dia de labuta como dizem, até breve meus caros, tenham uma boa madrugada……

Ola Ferdinand, Quanto tempo!!
espero ser Bem-vinda aqui novamente…..bj

Podemos e devemos. Certo Irmãos?

Quem se arriscaria a passar mais de 200 anos sem uma boa soneca prolongada?