Não sei se é por influência do documentário “Vampiros de Veneza” que está sendo transmitido na Nat Geo, mas de tempos em tempos eu preciso retomar alguns assuntos por aqui no site.

Confesso que não estou com paciência para vasculhar o meu site atrás das vezes que já falei das bruxas por aqui, mas tenho recebido vários e-mail nos últimos dias sobre pessoas querendo saber mais do assunto. Por mais que as bruxas não sejam o meu foco de reflexão eu até que arranho alguns palpites em virtude da minha convivência com a Beth. Minha doce e atual companheira, Elizabeth, tem estudado nos últimos 15 anos arte da magia. Uma arte que em diversos momentos se confunde com a bruxaria clássica.

Antes de tudo eu queria esclarecer novamente algumas coisas. Vampiros e magistas são antagonistas, uns sugam a vitalidade humana enquanto os outros se aprofundam nos conhecimentos mais profundos da vida. Antes que alguém me pergunte o porquê de Beth eu estarmos juntos, eu explico: afinidade, destino, amor. Gente nem tudo na vida é 8 ou 80 as vezes algumas as regras podem ser modificadas.
Já que estou falando de Bruxas é preciso falar do druidismo. Um culto antigo que data 1200 A.C. e que era relacionado aos povos Celtas. Sua doutrina tinha forte ligação com o mundo feminino e eram politeístas adoradores acima de tudo da grande mãe, traduzida pela Natureza. Conforme os anos passaram eles se subdividiram em algumas ordens como: a dos Bardos, Ovates, Druídas (OBOD) na Irlanda, wiccas e Neo-druídas. Sendo que estes dois últimos como explica a wikipedia, tem forte influência dos ocultistas do século XX, como Gerald Brousseau Gardner, Aleister Crowley e também das sociedades secretas como maçonaria, rosa cruz entre outras.

Enfim, bruxaria é um apelido antigo e pejorativo dado pelos católicos aos praticantes das doutrinas fora ao culto que esta religião prega. Portanto por mais que alguns falem de bruxas em sentido bom no fundo estão falando mal.

A verdadeira arte é chamada de magia real ou alta magia e vem desde a época dos antigos Egípcios, fenícios e outros “icios” que existiam há mais de 5 mil anos atrás e pode ser estudada através das obras do Eliphas Lei, Papus, Saint Martin, Stanislas de Guaita, entre outros.

Como sempre digo não sou o dono da verdade e nem quero ser, como sei que tem muitas bruxas que me seguem eu gostaria que vocês ficassem a vontade para comentar o que eu disse e aumentar o conhecimento coletivo.